Mundo
Como o céu estava fazendo se rejuvenescer, Charles andava pelas ruas da cidade, buscando um oficio ou emprego. Já estava desempregado há dois anos e era separado da esposa mãe de dois filhos lindos e sadios. O problema maior deste homem era que ele estava tomando muitos goles de cachaça, e vivia dando problemas para os familiares. Charles começou a frequentar uma associação contra o ato de se beber alcoolicamente, e em três meses estava se reabilitando a trabalhar novamente, cheio de alegria florescente. Que coisa boa acontecera na vida dele, pois os filhos lhe perdoaram e a mesma coisa aconteceu com a esposa, que lhe perdoou também. A mulher de Charles convidou o marido a voltar a casa para voltarem a viver juntos, e isso ocorreu. Este casal viveu muitos anos juntamente e tiveram mais dois filhos, no total de quatro tidos e lindos amores.
O mundo prega várias peças e essa é uma dessas. O que Charles tinha de sofrer foi essencial para que ele mudasse de vida, sendo que se não tivesse ocorrido o episódio talvez o destino dele, era ser diferente, e, a vida é eternidade quando o amor se encontra no carisma da fé, sendo indispensáveis para o cristão. O medo de perder a vida para as bebidas, as drogas ou doenças mostra que vencer esses obstáculos são essenciais para se dar o perdão quando queremos mudar de vida realmente. Para a, amar e perdoar é tudo.
Quando mudamos o coração que queremos mudar, a vertical certeza de o amor e do doar faz-se presentes no teu calcanhar, sendo fidelidade o amor como poente maior. Quando o nosso mundo desaba somos chagados da fortaleza e do perdão de nossos pecados. O embate da caridade e da alegria mostra-nos o baluarte de ser e der crer em Deus.
O semblante da agonia de nosso personagem aqui mostra se o amor da mulher pelo marido, do filho e da filha pelo pai e de toda a família como um todo sequencialmente, irradiados de alegria infinita. Quando nossos mundos desabam, não se ficar, tristes, porque a realidade pode ser forte e enfadonha, mas o amor desejado, e bem quisto é símbolo da eternidade, dissolvidas no amor cristão e da palavra a cada um, como homens e mulheres de Deus.
O medo de perder a realidade para o ocaso do amor é mostrar-se real e imparcial para amarmos incondicionalmente cada ser como humano com caráter e amor, mas divino em sua essência como um elo semeado de paixão, carisma, fortaleza, perdão e toda a sorte de alegrias imensas no amor que Jesus nos ensina e com chagada alegria fala como estas palavras doces e retas: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 13/06/2019