Flores
Ela era apaixonada por flores. Gostava de rosas brancas e vermelhas. Assim era Vesana, mulher de trinta e um anos, e era solteira, e separada, de o marido, Josuel, que tinha trinta e dois anos atualmente. E tiveram dois filhos lindos e belos, Josefa e Alencar, únicos filhos que os dois tiveram enquanto casados. E foi um momento de felicidade que trouxe afago aos quatro corações e viveram em paz muitos anos decorridos até a separação. Foi-se. Com cinco anos de casamento eles se separaram porque ele traiu a esposa com outra mais velha que a atual mulher. E foi-se. Flores ela, Vesana, recebia todos os dias de seu marido no serviço dela. E eram somente paixão de um pelo outro em um mundo que eles tinham somente para si. E amar ela sempre o amou, ele que não dava valor à linda mulher que tinha. No aspecto que vivia depois de separados era dar assistência aos filhos e serem felizes como Deus os deixou de acordo com a separação dos dois uns para cada lado contentes. E o amor sugestionava que o baluarte da fé que tinham limitava expoente seus desertos. E enuviando o deserto de paixões, no futuro eles voltaram um ao outro e foi-se. Ele e ela voltaram hoje depois de dez anos separados ao amor voltara à antiga casa que habitavam e tiveram mais um filho que foi a alegria do casal. O amor que perdoa se renova. Com todos os estigmas que carregamos ao longo das vidas. Somos chagados com a altura do passear na vitalidade de sermos fonte da vida eterna e no amor do Pai Celeste. Contente com casal Deus deu longa vida aos dois, o casal ficou muitos anos juntos sem cessar. E polivalente foi esse amor que chagado pela fé encontrou a liberdade do verdadeiro amor. E o perdão para avançar no amor é frequente e seriamente discernido aos parentes dos dois que elogiam muito o casal e querem muito seu bem. Com coração forte, eles dois sentiam o baluarte de lutar pela certeza que o mundo não acaba aqui, mas perpendicular o verso do amar e perdoar, sempre. E o amor a Cristo tudo o é pelo que se ama, e somos amados pelo bom Deus que não cessa de nos amar e perdoar nossas faltas, a vertente de sermos amado por Jesus e caminho de misericórdia celeste e divina. O amor que não cessa jamais termina porque somos atendidos em nossas orações e quando não a espera é incessante pelo amor misericordioso de Deus. Amor e perdão são irmãos da castidade e fazer o que Deus quer é divino mandamento. E discernir o certo do erradio é essencial para ser viva vida. E o amor é perdoador sempre se dado em paz e com corações abertos somente assim se realiza. E o movimento dela gostar de rosas ou quaisquer flores era lindo em uma mulher fervorosa na oração que fazia todos os dias, por ela e pelo marido serem fieis de Nossa Senhora, mãe e rainha nossa padroeira. O amor que Vesana tinha por Josuel era infinitamente eterno e belo e continuava feliz o tempo todo de suas existências que foram longas aqui na terra. E paz e harmonia abarcavam a fé dos dois, duas rosas lindas queridas flores.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 14/07/2019
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