De seres de noite
Escrevemos se de lá,
Veste como se dá,
Basta de um sério,
Esse amar de átrio.
Um coração de maio,
De assim de rio,
De assim de metade,
Logo de cada díade.
E fazemos o peregrino,
Ver de bom menino,
De cada um assim.
Como fosse carmesim,
Desse der e cada,
De ferida e alada.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 28/08/2025
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