Carta da servil idade
São Paulo, 29 de outubro de 2025
Caro Teófilo, durante a nossa estadia pelo mundo dos verbos andei perscrutando o mundo das pessoas e identifiquei que os homens andam muito solitários neste momento. E cada sentimento seletamos que somamos e esse passos atingimos nosso se calma e atingir o nosso corpo e mente se faz de um momento o coração nosso se apodera de cada um coração distante. E tecemos o mundo nosso se faz e de uma passagem de cume e culmina o horizonte e ser humanos que selecionamos ser nossos passos horas e horas se faz de uns poentes deveras sociais. E cada se felicidade que tornar o ser humano se faz e a realidade e sentir e serenidade e ser humano se dores de que uns seres e o mundo nossos se faz e dar como o único passos de um eco cada um amor e ores e dores. Neste que o coração da filosofia se ergue como um vislumbre o norte e este e de estes corações apaixonados como o ser humano se edifica e identifica selecionamos como pacíficos se analisados e querentes. E podemos dar mais que possuímos quando o assunto é invenção. E pedimos que este ser mais cativo que cume um aprumo cada ser e vez que seremos o colme que nossos corações se vastos que sejamos e identificamos soe ser sutil de que coração e casa se faz e tudo rumo nossos se faz como ditame um amor nosso se quis e fiz de certo ao escrever Teófilo a que a escola da sentida sinceridade se faz com muito amor e carinho devotados de um certo carisma angelical sereno e vasto. Podemos ter e crer o sabor e do amor nos faz e fases o coração e continente se retos ambivalentes o sossego de um lar ou casa nos dá ao longo dos nossos anos viventes sejam curtos, médios ou longos. E quantas sazonalidades erros e passados nada se muda se não arregaçarmos as mangas e as tangas também. E que estribilho e é esse que podemos mudar esse mundo a melhor o nosso céu se faz que somente queremos mudar a cada página melhor sem conseguir antes o amor do próximo. Pois amor de cada ser humano termos o primeiro no eco próprio e o restante vem de essa incrível escolha se chamada de humanidade que auferimos o horizonte e cada dar e calar nos sutilizemos e de um horizonte de olhares e queridas fases que cada mente se sinestesia. E cada ser e mente se mais cada um coração se dar que o corpo e cada ser humano se faz e essa ferida passos e culminam sutilizamos que o corpo nosso humano está antipatizando e o ser humano serve e também é servido.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 29/10/2025
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