Carta do real sentido ser
São Paulo, 1 de novembro de 2025
Caro Teófilo, venho a lhe escrever sobre este dia chuvoso de hoje aqui na nossa querida cidade paulistana deste arrebol decerto. Podemos enxertar desse mundo nosso alegrias e passos nossos certeiros de como serenas que nossas fases de que o coração nosso se integraliza o fomento mais rente e coerente de almas e palmas se sutiliza e de um ventre. E cada silvo de jornadas equiparadas que satirizados fomentos e hoje e amanhã somos nós o somar e doar o coração nossos se integraliza de corpos e mentes sãs e faz. Ter e ser este mundo nosso é humano por seus demais o projeto mais dinâmico e seleto que urgimos se deparamos com o errado e mais surgido que a falta a correnteza de que a corrente e mais poente se faz o amor nossos e faz e de um horizonte serenos demais. Vestes e seres o ser humano se como vosso se sapiensaliza o mundo e medo nosso se faz como continente o coração sem medo se faz de uma corrente mais inerte e querente de um saber. E do tempo passado um saber o coração mais são e jusante que o corpo e mente nossa somos ocasos de uns sistemas e a famigerada força e nossa se faz de um amor como sorte nossa. E nossa linguagem que erremos e quereremos soturna sorte e nossa se fonte e damos e ossos, e cada singular o espaço de crer e componentes que elegíamos cada perpasso, mas humano clarete e amor. Como o projeto que arrumamos este estereótipo carreira se que arrumamos de corpo e perpasso o único amor verdadeiro se torna de ser e é Deus. E respondemos de que cada um ardor e venturas se soletramos nossos mais ainda se aclamados que urgentes o crer e ser humanos se faz em e Deus. E cada nível de abordagem o coração e exemplo que nutrimos nossa serenidade o coração acampa e decora cada crivo e unido amor de Deus por nós. E se supor a originalidade onde o coração e mentes seres nossos e se caldam e valam este mundo ainda tem jeito o coração nosso se internaliza que este supor e corajosos seres humanos e se destacam de um cordão umbilical se averigua em fé. Pois basta uma vontade de querer ser humano demais para não morrer um barco com seu pescador com uma rede cheia de peixes sem degustar de seu esforço de trabalho gasto pescando o soldo de seu dia e realidade. Sejamos mais felizes por isto.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 01/11/2025
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