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Textos

Carta sobre o uso do papel
São Paulo, 20 de novembro de 2025

                   Caro e bom Teófilo lhe escrevo a partir do dia de hoje um assunto muito interessante e se chama de papel. E temos ao longo dos anos usado o termo papel para muitas coisas desde fazer uma simples redação até uma escrita de uma nota de partitura de uma burocracia pública hoje em dia. Criado há milênios o papel tem uma doçura de dizer que pode ter várias cores e dilemas mais a sua mais usada é a branca. Pois precisamos ter a certeza que este mundo sem ele se seria chato pois não teríamos mais os famosos livros impressos que começaram com o famoso Gutemberg que imprimiu a primeira Bíblia o primeiro livro nosso como fonte de conhecimento inesgotável e hoje temos milhões de livros no gênero humano. Ser e cedermos o cerne da nossa literatura se esvai o sentimento que serenado vasto temos uma organela de compassos a usar e ter e receber o papel na humanidade se faz humilde e compassiva e cada um ser. Pois como seres humanos somos evidenciados por anos derrubamos milhares de árvores para produzirmos nossos queridos livros e muitos chegam a até jogá-los fora por não querer eles mais em suas casas. E se não queremos mais os vendarmos a algum sebo ou doemos as pessoas dispersas. O livro é para muitos o maior instrumento de fé e saber da humanidade e queremos ser mais e amais ainda seres inteligentes não façamos do nosso planeta um listro de pântano com papéis usados e retintos de objetos e poderiam se reciclados ou reusados por nós seres humanos de todo o planeta. E façamos campanhas de reciclagem em nossas comunidades da cidade e da capital principalmente se for metrópole e cidade de grande porte pois termos contatos com grandes editoras e estas com grandes escritores que podem contar com nossos apoios sazonais. E pedimos a que se sentir o ser humano o homem possa ter num futuro não muito longe e sim daqui uns três e ou cinco anos vermos a cidade de São Paulo com mais árvores e mais pessoas lendo livros reutilizados se doem e compre mais livros usados em vez de novos que custam tanto caros que produzidos são gastas várias árvores por ciente. Precisamos ter a consciência este mundo nosso se faz de que esse massificado mundo homo sapiens somos que amor e dor que um horizonte de famintos seres em busca de um conhecimento sedento de amor e paz por esse mundo nosso. E cada ser humano se torne mais inteligente que esse fazer e trazer se seja assim um mundo melhor. Podemos ser humanos mais retos com leituras mais corretas desse verso corrediço de uma humanidade mais feliz.

                                                                                                                                                                               Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 20/11/2025
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