Carta sobre a mansidão
São Paulo, 26 de novembro de 2025
Caríssimo e bom Teófilo hoje venho e lhe escrever sobre o assunto mansidão. Pois assim se derivando e poentes de fé e alegria somos nós o povo humano relacionado como serenas e cada faces um discernimento de corajosas fauces e dilemas. E queremos entender a mansa e pacata vida soerguemos são os coerentes amores que durantes as áridas vozes crescemos pela felicidade nos nutre como elos de uma paginação exorbitante e querida por uns e muitos também. Pretendemos ter e ser esse amor e calor a mansidão é e será sempre um caminho mais douro e propenso o mundo nosso é um dinâmico que se movimenta cada celeuma e seus ornados seres e moventes. E cada ser humano se por mais icônico que sejas somos nós os homens e também as mulheres pessoas queridas por uns e todos as vezes vacilamos em nossos detrimentos sociais. Pedimos e recebemos muitos e caridosos que soerguidos e versões vozes surreais, e, pois, este mundo nosso é arbitrário de um movimento mais infrene e íngreme e somos nós todos seres humanos e tentamos a maior parte da vida sermos honestos. E cada couber e de suas vozes suntuosas a mansidão se forja o amado e manter nossas ásperas sentidas ser e queridas foices o amor e cada ser e dor se manter o amor e calor somos nós seres humanos se responsáveis pela vida ou seu contrário a nocaute. Padecemos o conquistar que a mente e sentes nossas mundas e fundas humanas são um dizer o sucesso e que o amor e cada dor somos o universo e o coração mais inóspito nossos se nos chaga de cada uma beleza zodiacal. E pertencemos a este nosso mundo interior chamado de virgindade de mansidão pois quando temos ela se serve como de bigorna a nossos problemas sociais e infinitesimais. Pedir e cada entender esse amor se faz como longeva serenada passe e querida como o longe e faz cada afago e de uma dinâmica ser e nossa. Certeza se faz e se urgente a mansa e como cansa e arcanas essa balança. Pode o amor não acabar e pela sua língua jamais se exasperar pois ela não tem jamais uma fadiga certa. Pois o certo e completo e corremos que este mundo é sub-rotundo que surgimos de um poente avassalador e o amor pela arte da mansidão nos forja e o coração nos alterca e arredor e o ventre se achega de vozes interiores pois somos devedores de um Pai celeste que não nos cansa de amansar e derivar com todo o seu amor e misericórdia e não somente dá como distribui sua paz e carinho todos os momentos de nossas vidas. Somos o mundo e o mundo somos nós apenas seres e também humanos.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)