Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

Carta sobre a parcimônia

 

São Paulo, 27 de novembro de 2025

 

     Caro e bom e grande Teófilo no dia de hoje lhe escrevo sobre um assunto bom chamado de parcimônia e se gera muitas controversas alegrias e tristezas do profundo do colossos e dorso de nossos corações, pois ida e dia se segue nós nos apaixonamos a cada dia se segue tendemos a perdoar e sermos corretos a cada novo dia sedentos como se fosse um primeiro ósculo de amor infantil. Partes de um ido como compromisso se serenais e opostos a vida se lenteja que esse anuir se gera a paz, o dorso e coerente se ver e querer somos nós seres humanos e criaturas doces e até às vezes puras que nos deixamos enganar pela vaidade e a falta de serenidade e seleta e mais profunda. E querermos e recitar apenas uma parcimônia de que os realegrados versos e ressentidos ser vasos que o corpo bissetrizes se esvaem e se duram de vezes bisais e vozes nossas que se jamais se acabam e mesmo com a morte somos silenciados de nossos compassados aurais e humanos eternos. Pois cada vindima que se resvala que vitelas e querelas serenas e sedes deltas de um tempo que não perpassa e se edifica e o amor mais sardônico como força de um reviver se faz e surge de corações mais retos e conquistados o amor nosso se esse surge de uns amorosos passos silentes. Passas de cada sejamos uma parcimônia entendida e suada e formas opacas e dilatas frias e o ser mais feliz ser o movido amor sutil nos centra e complica muitas vezes nossas serenidades excêntricas errôneas e cada ser simples ser e cada vasta hora e de amar e também de deixar de ser e querer. Poder de ser e querido amar e cada versas e sermos úteis não como objetos mais sim como criaturas e seres muito amados por Deus e Nosso Senhor Jesus Cristo que não cansam de interceder por nós. E adiante e porventura somos libertos e coniventes o sulco que nos envolve nossas almas de uma com passivação termina e formada somos nós criaturas cada vez mais apaixonadas pelo termo ‘verdade e fé’ e o sentido amor se nutre de cada uma vez. E precisamos de entender e compreender cada felicidade como una e trina de que os nossos compostos de alma se saludam de cada um cerne. E como passam de cada um nutriente esses versos e seremos mais certeiros no caminho rumo a essa linda tangente se chama parcimônia humana. Podemos ter e ser a humanidade precisa mais de pessoas corajosas e doutras se encorajem de crescer e ser um mundo melhor. E se acreditar é como ganhar um bom doce então degustaremos desse verso um lupanar de corações adocicados por esse amor descrito como versado e querido.

 

                                                                                                                  Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)

 

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 27/11/2025
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