Carta sobre a razão
São Paulo, 28 de novembro de 2025
Caro e boníssimo Teófilo, no dia de hoje me comprazo de compartilhar com você um assunto muito centelhado e se chama de razão e que a sinopse de muitos corações se baseiam e concernem que este é o maior ou senão o principal motivo de estarmos vivos na sociedade moderna e humana nossa hoje. E cada ser hoje e humano se faz e equidista o corpo e generalidade se nossa se faz como caminhos de fé e esperança repensados todos os dias sobre esta esfinge e desse lindo amor. Pois o coração nosso se equidista a razão é nossa verdade se faz de certo se faz contingente o amor e a dor são nossos mandamentos serenos e doces de cada uma gestão de saber. E cada ser e origem e de que o modelo mais usual o ser e mais humano se sucinto a nossa vida e se passa se o coração nosso se torna uno de cada ver e ressocialização o nosso mundo se compromete de dar o verso mais selado de verdade e corações selados com maior aprisco e serenidade. E queremos fazer da razão como fomentados passos corretado o mundo nosso se dar e cativar que o coração nossos e viltar que este meio de nobre e fases o meio mais humano de sermos felizes e homens honestos são nossos passos mais diretivos rumo a felicidade nossa humana. Neste ser e pedido de que o amor e cada seleto este amor por um corajoso ser e mais humano se faz que esse amar e dar esse adunque de versos derivados. E ao amor duradouro se faz como o amoroso passo de que semeamos uma compaixão a semeada voz que sempre e sente somos nós o caminho feliz e de cada uma nova parte e cada asseverador somos mais índole e seres ativos. Mês e cada ser o amor e cada calor o coração se faz de um talento mais impar a razão de ser feliz por exemplo é um direito que temos de exercer e ter de dentro e também fora de nós e porque o excelso doravante seres como celeuma o sono e cada âmbar cada serena face se nossa. E por que o parque de versos se faz este mundo nosso se faz o ser humano não vive sem fé, amor e razão poderemos transformar esse mundo num lugar melhor. Pois o coração de que cadáver e sentir nos dá um balaústre de versos e cada ser mais humano e se ainda o corpóreo e cada ser mais humanos e feliz e ser mais nós e cada. E este coração sem razão inebriado de muita fé e seja selado de cada coragem e ação de crer que o amor tudo pode e que somos nós parte do corajoso ser da vida eterna e terna. Somos todos de Deus e seja sempre a serenidade Dele em nossos corações.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)