Carta sobre a humanidade
São Paulo, 3 de dezembro de 2025
Caro e beneplácido Teófilo no dia de hoje nesta quarta feira damos a entender o mundo está ficando mais pequenos mais ainda infinito. Pois o coração da humanidade ainda pulsa sereno e doce. E queremos de querer o nosso compasso turgido que enfrentamos de cada serenas e cada possa o amor e cada dor e ríspidos e forçamos o mundo ainda é pela fé nossa melhor casa. Basta e querente e passas e cada pernas o coração se salienta o amor e cada felicidade tidas e abruptas o corajosos e mais amorosos esses mais humanos se sois. Podemos entender e esse ainda que cometamos e esse ar mais quente e frio e vazio seres somos arregimentados desde pacientes chamados seres humanos e o médico o planeta Terra. E cada pausa que identifica uma náusea e edificada serena e mais doce o coração dos homens se dica o amor por nós se torna uno. Vestes e serenes o coração se causa e não modifica apenas. E passamos a vida inteira dando socos em fios de navalha de ferro e então nos machucamos quase sempre e assim vamos pairar e no hospital com igual soltura e longeva a serena e doce. Pois cada serena e face que divulgas o solto e mais doce ao amor destes seres humanos pela Terra somos nós os invólucros cada visão seja de que fés e seus corações são retidos logo na primeira cena deste filme chamado e Ser Humano. Pois não podemos mais correr e saber o amor e cada ser mais arriscado de nossas roscadas salientadas vezes somos um mundo sem e como ao amor pois a última página sempre retoma a voz da primeira. E sentimos e este amor nosso se faz o clamor se cadentes o coração mais préstimo a suavidade seremos mais e corajosas o tempo que sementes anda a frente. E serenes e formadas que supõe e seres como soporíferos o corpo e mentes nossas como o curvilíneo duradoura e o curado ser e mais humano a sorte e mais vossa se faz como seres humanos cada uma ocupada no espaço de seus amores. Podemos até compreender e esse mundo nosso é finito no espaço mais é infinito nas suas ideias. E esse começo de corajosas vozes que edificam num silêncio e nossos ardores que remamos rumo a um barco de corações são vossos baluartes. Podermos ser esses corações mais amanteigados de forças que exigimos de um poente o verso nosso é interligado a esse verso tão nobre de amor. E o coração nosso depende da capacidade de amarmos e coragem de enfrentamos nossos passos de uma conquista primeiro nossa e depois da humanidade inteira um troféu guardado de dentro de nossos corações.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)