Carta sobre a fidelidade humana e divina
São Paulo, 12 de dezembro de 2025
Caro e vislumbram-te Teófilo hoje vim te falar sobre um assunto chamado fidelidade. E muitos até ficariam chateados ao se comunicar sobre tal e qual assunto pois estamos em um tempo de paz e harmonia dentre tudo e todos na humanidade. E queremos reconhecer o perdão e a sagacidade que o amor pelo mais próximo é a nossa sentimentalidade de reconhecer o ardor e calor mais uno e trino nos faz mais irmãos. Pois quando desarmamos o ódio contra o próximo se estamos com a mão mais leve e sentida e levedada de um corpo e mente mais austera de que o medo de sermos mais felizes e contentes conosco e consigas mesmos. E temperos e de um amor mais perdoador que chamador são nossas vozes mais intrínsecas que moventes e semeadas cada silente amor mais dor e cavado as vozes que amamentam corações mais destros e seletos de si mesmos. E poetizados o seleto e mais o amor pelo ser humano e querido mesmo assim nos tornamos fiéis e cognatos numa mesma fé e até mesmo religião pois estes se casam e corpo e alma. E há uma verossimilhança que nos indica o caminho reto e completo da vida eterna. E se não seguimos o verdadeiro cardápio da verdadeira felicidade composta por Deus Pai com certeza seremos tristes e infelizes em nossas vidas sejam curtas ou longas elas. E podemos ter a cada ser como correta exasperar o amor por nossos entes se somamos o coração mais feril e notário esses seres como amores de um corajoso ser humano mais reto o coração mais nutrido como criatura divina. Pois quem quer amar seu próximo não o denigre e muito menos o prejudica pois é sabe tudo isso é contra os planos de Deus que este tem para sua vida. E quem comete atos vilipendiosos contra seu próximo seja irmão e ou irmã pode se chamar de pecador e seu coração está distante da graça santificante. E passamos uma vida inteira lutando para não pecar ou errar e aquele outro irmão vem e de repente e vem e atinge você de forma onerosa e você para não retribuir igual ao pecador reza pela conversão deste e o perdoa como forma de sentimento contrário ao seu irmão e caminho espiritual que avançou contra você em pecado e pecador. E a fidelidade de um homem diz que este já está no céu e este coração é parte de fidelíssima origem de Jesus que o amor e dor. E se você tem um inimigo hoje seja um amigo ou vizinho não demore e sim vá até este e converse e dê seu perdão e corajoso sim que depois disso você tome seu rumo e este o dele também. O verdadeiro homem bom é aquele e perdoa sempre e não o que perdoa apenas uma ou duas vezes em vida. Seja sempre um homem ou mulher boa.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)