Carta sobre as velas de natal
São Paulo, 19 de dezembro de 2025
Carosíssimo Teófilo do coração amado e benfazejo hoje o assunto em pleno templo e tempo de natal se chama vela de natal. Pois começamos e acendemos ela quatro semanas antes da vinda do Mestre Jesus ao nosso lar e nossa casa terrena todos os dias e anos há mais de dois mil anos. Pois queremos ter de dentro de nós o coração imaculado de Maria gestante de Jesus e crer e completamos seu nascimento por nove longos meses ao redor do ano e chegamos ao dia vinte e cinco seu natalício vindouro certeiro e sereno, e como não se olvidar que as palavras de Deus nos alcançam com teu amor justo e sincero. E a vela do nascituro de Jesus é acesa por quatro domingos consecutivos iluminando o coração da Igreja e também da Virgem Maria gestante e mãe do cordeiro e manso vivo Jesus Cristo o amor divino do Pai Eterno nosso Senhor e Deus do amor reto. Cingido de a fé como novidade de um coração mais reto e cordial somos nós seres humanos convidados a amar o Pai no Filho e o Filho no Pai e o Deus Amor nos dois seres unívocos. Pois que entenderes se que tão lindos e amados pela humanidade estes três seres divinos somos nós a compaixão e de se arrasar até um quarteirão somos nós o passo e compasso de um amor jamais se termina na paz. E seres de condizeres que o amor e de cada ser e culmina que seguimos o horizonte de que a verdadeira felicidade nos nobres e agradece com amor e perdão em tudo e dores como seu sobretudo. Passa e cada fala o coração se faz e de que o caminho verdadeiro de Jesus nos culmina na virgindade de seu amor e sorte somos nós o poderio que uma oração acendida sobre uma obrante vela de sete dias por exemplo podemos conseguir grandes graças de paz e amores doravante sem iguais. Pois a nossa alegria de passas e cada coração que os corações o ser e igual somos com uns cadernos cheiro e repletos de lindas orações pois o caminho de solilóquios que abrangemos cada ser que humanamos seus demais. E porquê que o ser mais universalizado se faz de que fazemos o mundo nosso é lindo e a vela que chaga e chama acesa podemos indicar e acender e a pacificada voz e de um amor mais ossifica um corpo e mente que nos aspergimos de cada uma velada face. Pois vem o menino que vai nascer e este se chama de Jesus. E quando a vela a se apaga e então teremos cumprido o começo da nossa tarefa e função que esse existe e insiste que se faz a paz e sua história de amor sem fim. E que serena face de que o amor e cada dor que cultivemos um horizonte e de amores sociais. E quando sentirmos necessidade acendamos uma simples vela para intercessão de um santo ou mesmo que Deus nos atenda um simples pedido nosso. Todos nós somos filhos de Deus.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)