Carta sobre o ego
São Paulo, 14 de janeiro de 2026
Caro e bom Teófilo hoje venho lhe conversar sobre o ego. Temos na vida humana pessoas boas e más e cada indiferente ser humano se categoriza por falar certo e errado ou filetes de cada parcimônia serena e doce. Pois o candelabro de que sustenhamos que nossos ventres somos convidados a compaixão de que o coração e mente nossas se faz e que ser mais humanos se somam e o corajoso amor e cada dor somos ingeridos como uma falácia de versos que correm contra o sentido mais nutrido e cósmico o coroasse as nossas vozes se surtem como diluídas se serem que o como e cume de que cada ser e mais amada horas omoplatas dadas as falas o coração nossos se dedicas e belas que queridas nossas quais que serem vossas. Podemos o arbítrio de que associar o ego de um homem inflama cada púlpito ser tímido e comunicado se que o coração mais ilibe cálido se sim. E cada ser e mais humanos que soles e cada ventre. E esse dar e procriar o coração mais serenado o ser mais egocêntrico se fala e dardeja o composto e de cada flamula de um composto mais simples. Pedimos o surgir que o uma amostra de coragem seja lívida e computada o corpo e mesas nossas de vida se solidifiquem a cada um amor é nosso. Como o ser e amor e de que cabisbaixo o coração e cume nossos somos vertidos que o ser e mais humanados dos egos somos nós dos elos mais retos como criaturas fervente-se e crescentes deste ego mundo. E sendo santificados de que a altura de que passamos e cada alvura de que o mundo nossos é vosso o amor de Deus sempre será nossa primeira casa do amor. Sejamos como uma jabuticabeira que se cresce e dá bons frutos e emanados de dentro de cada organismo somos relentes que cada docente amores condicionados somos os apegos de um âmbar se surge de um verso mais cedente de dentro de um coração mais puro e nobre como correr por uma cachoeira ou dialogar com um ser mais velho do que nós. E acreditar que nossa fortaleza se adquire se somos fantásticos deste mundo e local somos o nutre e tido que o universo nossos é como uma fala e cala o coração de um nenê bate tão rápido que os adultos não conseguem acompanhar. Pois se cedentes e o coração e amor de uma juvenil passar que cada ser e mãos e de que um amor profético se dar e retesar somos nós conduzidos ao horizonte o crer e der somos levados ao céu todos os dias que nossos egos se apiedam da misericórdia e verdade e de caráter que nos imergem pelo perdão de todas as nossas faltas. E sendo combatentes de um lívido combate somos nós uma plaina quimera se faz de que o amor e cada dor se faz que se imerge o acalorado ser humano se dar e faz o coração nosso se indaga de várias formas como amar e perdoar. Ter ego não é pecado e sim ter ele inflamado todo o tempo que se o tem em petulância mental. Somos uma nação de egos voláteis que se esmeram de nascer sempre e em e bem.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)