Carta sobre o charme
São Paulo, 31 de janeiro de 2026
Caro e bom Teófilo hoje a pauta do dia será o termo charme. E crescemos desenvolvendo nossa beleza interior e exterior de acordo com os padrões definidos pela sociedade nossa brasileira e vertente. Como assim um solapar de vertentes que nos identificam por nossa beleza que somos emparedados numa certeza se somos considerados bonitos ou não pelos outros principalmente pelo sexo oposto quando o termo precedido se é arrumar um partido ou mesmo assim namorar. E seremos mais fortes e cingidos que o amor e dor de que a nossa verdadeira fortaleza se faz de que o continente de vozes interiores se nos avança ou destoa de passos mais íngremes de um verdadeiro amor. Somos nós uma herança da humanidade que frigimos de um poente ser como um arcabouço de pazes mais mordazes que contumazes de veres e se que cada montículo de coerência que quando um homem está de verdade apaixonado por uma mulher este a quer levar até os púlpitos do altar paroquial e se casar com esta. E é o sentido mais humano e até as vezes puritano que coexistimos de se existe somos nós uma madeixa de que os egos e sossegos se der e fazer que muitas de nossas aleias se desvaem de que cada lugar a força do amor divino se conglomera que o amor verdadeiro se nutre de uma força mais nobre e sazonal que esse mundo nosso se chama de charme ou encanto celeste e até as vezes corrente ou coerente e saliente de que uma alma apaixonada por Deus se dar e mover que ao amor eterno somos como sinos e dispores de que o compasso mais duro e singelo nosso se faz e dar que o coração nosso é a parte mais importante do corpo e humana humanidade. E queremos enaltecer esse compasso singular a chama de estes sineiros de cada ser que ao amor eterno somos almas ainda ásperas e pensantes. E como visas a cada as guisas que o corpo e mente nossas somos o coração mais austeros e fumegante que o mundo inteiro viu. Podemos ter a chance de que este sucesso nosso se faz de um entrelaço e que o amor e desamor e esse elo mais esse dar e crivar. Somos o coração e cada sinergia que este mundo nosso é de Deus. Podemos até duvidar do charme de um homem ou mulher mais Deus não. E esse disparatar de vozes e colossos somos uma vindima de egos e mais apegos e o coração nossos e se aterrissa de um aeroporto de vozes como corações arrozes. Você escolhe se servir de seus charmes e conquistar o mundo ou ele o devorar com sua mesquinhez e toda desfaçatez e semear a discórdia e falta de coragens dentre nós todos. Começamos o mundo nascendo e terminamos este morrendo. E você caro Teófilo e também leitor já sabe discernir o que é ter charme e como saber usar este a seu favor? Passe a vida sentindo essa chama do viver e se sinta sempre apaixonado por esta arte que é o nosso viver. Saiba bem disso.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)