Carta sobre a grandeza
São Paulo, 18 de fevereiro de 2026
Caro e bom Teófilo hoje lhe escrevo sobre grandeza. E muitos das pessoas que se das e fazem ser humanas demais somos um involucro de mentes e corações que se aviltam o mundo mudo se a sometei que alcançamos as faces de nosso planeta. A cada focada se teia que nossas manias mais solidas o coração nossos e se dadiva que mais faz que o coração nossos e de dores. Pois nossos filhos e filhas recebem de nós seus pais a herança de um mundo hoje cheio de problemas e também de soluções a diversos problemas seletos e selecionados a ser. E cada e reto e completo somos um mundo sorvado de corajosos homens que dão a vida pela sua trilha somos uma esperança tetraédrica esse amor carbonizado de mentes que cogitemos esperar na fé somos nós em Cristo e Jesus. E essa mania simples e simplória de que a grandeza nossa de esse amor pelo mais próximo somos criaturas divinas de um Pai Eterno. E culminados essas esperanças que crescemos e de um horizonte que fazermos ser o mais propedêutico amor e de um homem por sua fé a realidade mais bate forte em sua fé e porta sazonal que o resto dos outros homens seres humanos dispersos e corretos existirem. Bom e saliente essa meta de não seríamos como ser que o mundo não acaba jamais temos de entender que esse refrego amor e de nós pelo mundo essa sócia que passamos a vida inteira lutando por causas que nem ao menos sabemos se são corretas ou não. Pois pretendemos ter e conhecer que este mausoléu de vozes e corações nos distem que mesmo o casal que se considera mais perfeito e que os outros a sua grandeza de ser humanos perfeitos os pegam no pulo do gato. E passa e cada desvencilhar que tornemos a ter e crer somam e cada fragilidade que o sucesso é algo que dura alguns minutos apenas e a derrota também pois o arcabouço da recuperação se passa em alguns dias ou talvez meses até se completarem os ciclos de querer ser e der. E cada maresia que os nossos avós nos ensinavam que não devermos passar por cima do conhecimento dos outros somos chamados a esse sedimento interior sazonal. Pois a flamula de um caráter cem por cento honesto cai em poucos minutos e um império se demora vários anos a se construir. E essa grandeza de amor somos todos convidados a mesa do Senhor pois lá tem-se todo o tipo e característica de gente de tudo e todos. E nessa mesa não temos preceito de ninguém e o amor é a igualdade de tudo e todos. Como se já dizia numa das parábolas de Jesus o filho pródigo a casa um dia torna e assim devemos tomar esse exemplo conosco também e não sermos grandes perante os outros mais pequeninos como um grão de mostarda e com amor e doçura sendo cuidado e muito queridos se gerado assim nos tornemos a maior das hortaliças onde pássaro e diversas criaturas vem fazer seus ninhos nelas. E se que a grandeza não deve ser de valores mais sim de corações abertos aos diálogos da alma humana e divina entende caro Teófilo você que já me acompanha há mais de cem cartas de reflexões e me fez continuar pois o amor e é que me fez ser forte e resiliente e com amor e muita grandeza de alma para continuar escrevendo todas essas lindas cartas até hoje. Hoje tenho mais a agradecer e querer e pedir forças que eu continue com muito amor e misericórdia para que possa escrever a todos vocês essas lindas cartas se Deus permitir um bom sempre.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)