Carta sobre a homenagem
São Paulo, 19 de fevereiro de 2026
Caro e boníssimo Teófilo hoje o tema proposto será homenagem e falaremos brevemente sobre esse assunto. E muitas pessoas gostam de ser benditas e quistas e faladas por muitos e todos mais o contrário muitos repelem. E nossa paciência e por essência somos inverídicos em nossas mentes humanas e realizamos um mundo coniventes de pazes que enaltecem apenas os nossos íntimos e não nossa alma. Pois o mundo não pertence as pessoas boas e justas mais sim aquelas que nutrem versos desvalidos e coeridos que esse amor pela homenagem muitas vezes é inverídico que as nossas vozes se sucumbem no interior de nossos âmagos e fé. Comportemos esse amor e mundo nosso se surge de mentes mais inclinadas ao pecado e tédio que e formamos seres humanos voltados aos corações desvalidos e rescendentes de uma fé vazia e dissolvida que esse mundo jamais viu. E cogitamos todos os dias amar quem nos amou e odiar quem nos odiou. Pois assim é a natureza humana e não divina que Deus nos ensina na palavra sagrada todos os dias em suas missas por todas as paróquias que existem pelo nosso mundo humano. E queremos por uma luminescência de afeto com paz e singeleza que forcemos o amor e dor somam-se almas serenas e doces que um aprisco de fé e semelhança nos indicam um caminho de fé e caridade por todos os nossos séculos existentes. E quando somos homenageados pelos outros não façamos poupa como fazem os seres arrogantes mais agradeçamos de coração e sejamos solícitos e apenas agradecidos apenas. E cada imperfeição de coração que sentimos ser e crer. Pois o amor nasceu de Deus e com isto foi gerado e criado todo o universo e suas criaturas e seres e conhecimentos nossos. E cada dia tomo que exercemos de que o coração é nosso maior amigo existente depois dos nossos pais somos uma cadência de felicidade que se exalta que permitamos que apenas o silêncio seja nosso segundo maior dom depois o amor eterno e efêmero. E cada ser e querer se dores e surgimos se faz e traz somos combatentes do amor de Cristo até o fim e o maior homenageado de tudo isso é o Senhor dos mestres e este é o nosso melhor amigo serenidade e verdade. E o sono e cada mente se anestesia de permanecer no momento mais náutico e fomentado se fosse o amor por nossos irmãos e irmãs deve ser trilhado de um grande diapasão de verdades e sem mentiras que o coração nosso jamais esqueceu. E trilhemos todos juntos cristãos e não cristãos a virtude da fé divina o amor e suas faces nos nutrem de um corajoso âmbar de verdade que nem mesmo o medo da morte possa nos dirimir de um caminho de fé e santidade. Pois nós todos seres humanos e criaturas criadas ao amor e não a dor somos como o involucro de um ser e crer que esse mundo nosso pertence a Deus e apenas somos inquilinos neste lindo planeta Terra. E começamos de um ventre e lugar que o medo de nossos opositores é normalmente mais crer num futuro onde todos nós nos dermos as mãos isso seria lindo. Pois o amor e cada eco de cada verdade se faz que sejamos felizes de um coração mais puro e nobre. E esse lembrete fique e se você for homenageado hoje por algum motivo faça o mesmo pela pessoa pelo qual que lhe fez o mesmo. A reciprocidade eleva almas benditas ao céu. Você e eu e os outros todos merecemos também a felicidade de um coração divino e um paraíso celeste.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)