Carta sobre a compaixão
São Paulo, 20 de fevereiro de 2026
Caro e complacente Teófilo hoje o assunto delimitado será compaixão. E quando sentimos isso do mais próximo somos elevados de uma serenidade espiritual que nos comove em nosso ser humano e piedoso como forma de demonstrar que também temos um bom coração. Pois irradiados de uma serena e face nobres a compaixão é o rimo e sublime cordial e sereno movimento da liberdade de se fazer o bem ao outro sem se esperar nada em troca de pessoal. E cada sentimento de coragem e reflexão que tornemos e existe a partir desse momento somos e nos tornamos a partir desse momento criaturas melhores e até do céu. Tornemos nós a partir de agora melhoremos criaturas em Deus e esse merecimento nossos seja a partir de agora como seres amados por nosso Senhor e o âmbar de nossa fé se saia melhor que no começo. E sejamos mais felizes que nunca no díspar de corações mais rentes e queridos que nunca. Seja que nossa vida sirva de bons exemplos aos outros sejam nossos amigos ou não até. E cada baluarte de nossas pazes se cative que o medo de não ter compaixão é não se deixar apaixonar por Cristo Nosso Senhor. Tendemos que como num vislumbre social e fenomenal que o coração nosso se díade que como se identifica que cada dia e nosso tudo está sobre o controle divino e assim assinamos embaixo sob o elo de nosso Senhor e Deus Pai. Muitos não querem enxergar ou mesmo assim não tirar a trave que está em seus olhos e não ter compaixão dos mais próximos e assim deixam de agradar ao Criador e cometem suas faltas interiores. Pois o elo e álamo de que cada serenidade nossa nos fazem pertencentes ao reino de deus todos os dias de nossas vidas sendo apaixonados por Deus de dentro de nossos corações. E cada versada hora e lugar que amamos mais que ofendamos o outro nosso amor pelo próximo se tange de maneira correta. Servir por compaixão e amar como eterna razão eis que temos de entender e compreender pois ao amor infinito somos convidados pelo Divino Pai Eterno todos os dias a amar seu filho unigênito Jesus Nosso Mestre e professor dos corações apaixonados pela fé e pelo amor. E queremos ter a compaixão que esse mundo nosso fica e nós passamos e que podemos escolher aonde queremos ir ao partir daqui. E que temos de valorizar todos os dons e bem-aventuranças que deus nos dá todos os dias em nossas vidas humanas. Pois sem Deus somos nada e com Ele somos tudo. Aprendamos de uma fé e felicidade progressivas que esse mundo nosso é lindo e Deus é mais ainda. Esse simplório amor ainda se faz contagiante porque a escrita é um dos meios que usamos a nos comunicar sobre Deus e Ele o Pai Eterno e é multivalorado e polivalente e age em todos os nossos corações e mentes humanas e de sua paz somente sai amor e perdão e vida infinita. E contagia com seu querer e não ofende e não deseja nenhum mal a ninguém. E você caro leitor seja complacente com seu irmão e ao acabar de ler essa epístola faça um gesto de nobreza, tenha compaixão de alguém que você jamais teve até hoje e seja sempre bondoso e não julgues e apenas ame a seu próximo como a você mesmo. Você e eu e o Teófilo também somos filhos do céu.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)