Carta sobre o sentimento da calma
São Paulo, 22 de fevereiro de 2026
Caro e bom Teófilo hoje o assunto consultado será a calma. E muitos de nós temos de que atingir um púlpito de que o amor de dor que sejamos se sempre irizados que o continente que sois e dores ao ardor de nossas almas. Passes e apascentamos esse coração e mente nossos de forma que o elo e mais flagelo desse nosso palpitar o mundo é como um mourisco de coriscas que vozes sobreiras nos tangencias esses passos de um coração mais forte somos nós na palavra e na verdade. Como assim de corridas de corriqueiros corajosos vastos de um mundo inóspitos de guerras que volvemos o horizonte se nosso e monta de que o amor e dor somos nós em volume. E como em audita e que paira e dar que o ventre de que somemos o jubilar mundo de vozes que nos seguem somos sujeitos inteiros e serenos esse nosso julgar um homem ou mulher sem conhecer seus ventres queridos somos o retilíneo se como fazer uma enganar e cada veste vossa. Neste ser e ceder o mundo nosso se fomenta que o coração do povo bate e resvala de que mordaz ser e mais humanos dos seres somos nós fugitivos de um coração apascentado o mover e crer que somos o sede e amor por todos os que apresentam calma em tudo o que fazem e encontram em suas vidas humanas sejam pacatas e ou curtas até. Queremos ter e realidade esse amor nosso e que esse discorrer que o derivativo somos e darmos o seletivo mais umbral de corações que se destacam de toda e humanidade somos nós a parcela menos inquirida que se faz e surge como os que menos as pessoas pensam em conversar ou dizer. Pois somos um povo social de um coração sem igual que as mentes não se batem de acordo e possuem uma calma como dom infinitesimal que o coração se faz e de como usar uns óculos de que cada serenidade e total e quase não se falha em se usando tudo se esclarece e torna. E desbravado rios de coragem esse amor pela arte e natureza da calma somos nós levados pelo simples alvorecer que esse mundo nosso pertence ao Criador. E como sintagma desse amor e com palavras de um significado sereno e manso somos nós um continente de amores e dores que a mais sintaxe que somos os cercais e esse amor e dores que a mente humana cria suas maiores riquezas mentais através da tristeza e solidão. Como o passe e livre o coração nosso se desleixa crescemos e o vertes que o corpo e cada ser e mais humano somos o corpóreo e mais idôneo que a manta que nos acalanta somos nós e que como sedes de cada fé. E cada semente que nutrimos e o véu de nossos passos somos esse mundo nosso o humano de uma vindima o compasso de uma vontade se faz que como o passo de que o Criador Nosso Deus nos criou ao amor e doçura. Como assim que vertendo cada amar e querer o bem somos nós o coração de que o seleneto que nossas vozes nos identificam o ser calmo é difícil mais não impossível de se existir. E para finalizar a pessoa calma pode se entronizar de um mundo que não é somente humano mais também mental pois nossas forças se conquistam de um coração mais sagaz que essa flamula que nos atinge decidirá se vamos ao céu ou não na hora de nossa partida. Você é quem escolhe se quer ser manso e humilde detento de uma grande calma. Treine com seus familiares e amigos pois ela começa de um início e se conquista com grande alvura, e fica até assim você decidir se vai amar ou não a quem mais gosta e também não. Viva a calma!
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)