Nesta frivolidade vestida de sermos corriqueiros de que o mundo nosso se faz de um discernir o vento e dores de que somos os alados mais abrasados do nosso anverso e diversos do mundo. Pois aprendemos de uma consulta um amparo sinestésico e frenético que o bem amando e maior que tudo e o que temos somos nós em Deus. Sermos correntes e um verão que nos creditam e mesmo o silêncio dos inocentes nos internalizam que o mais bruto dos homens se faz se sentir mais austerizados que um monte de ecos mais retos como um afazer de montes de corações se batendo reto e como o áureo espectro de suas raízes de que nunca o moer de um verso com o nunca de um verter sem razões felizes a continuar se existindo.