Carta sobre a fala
São Paulo, 16 de março de 2026
Caro e feliz Teófilo no dia de hoje seguimos decorrentes com esse assunto de nome de fala. E decorremos o presente termo e momento e de que ao amar as pessoas ao nosso derredor somos chagados de cada dor como infinitesimais celeumas de poentes servis e contentes de que o coração nosso se faz e do cume e some que o véu mais palatino se comove e some no amor. Podemos ter e a certeza esse medo de sermos felizes são e somos remediados de que o ser e mais humano passamos por fases incontinentes de nossas vidas e o selo virginal de nossos passos se singulariza de um torpor sereno e doce quando cremos que Deus é nosso único e verdadeiro caminho rumo a verdade céu, e nem mesmo os acesos mais deixados e visados existentes somos nós em um impar afoito e considerado ornar o coração nosso se faz e quicas que nem o mesmo ser e mais humano somos o coração sereno e cada crer e o corajoso festivo amar se dar que se obrigar. Pois que cada se emancipado mais corajoso amor pelo próximo somos como nuvens de cada nubente ser humano querido por Deus. Ser e querer falar a verdade usando sua veracidade e poentes sucedâneos somos um mundo mais caótico que vertente passar vindimas que socializem nosso equilibrar humano distinto. Pois não queremos desvencilhar esse coração poético nosso que se chama amor e dor. Basta que agrada e o movimento somos passarinhos que voam de norte a sul quando querem fazer ninho em seus lençóis o amor e cada vertente se santificam de um soluço e corações e adunque de nossos e noções. O amor e a fala podem andar lúcidos e correntes e coerentes mais devemos ponderar o que dizer e como dizer antes de sairmos abrindo a boca e dissermos tudo o que passa em nossa mente sem filtrar antes tudo é o que nós pensamos. Pois temos de começar isso desde pequenos pois podemos nos tornar adultos problemáticos se formos crianças que saem falando tudo o que pensa sem refletir antes de tudo isso. Reter e pensar e falar são antigos componentes do pensamento humano linear pois o ditado diz: o peixe morre pela boca. E o coração nosso se faz de que cada semente e se inverte quando o coração se acomete. Pois devemos ter e a famosa resiliência em tudo e todas as coisas e sempre usando a fala em proposição certa e serena. E cada ser tem seus defeitos e qualidades e sabe quando é a hora certa e de parar ou iniciar uma fala. E sentimos tudo e todos como um sintagma de feixes que enaltecem cada amor e dor pois a língua é o único órgão de nosso corpo que não sente fadiga e possuímos dois olhos, dois ouvidos, nariz e graças a Deus uma única boca para contermos cada ser e ter como saber de ser. pois o coração do Criador disse que se termos uma única boca é para regermos tudo o que sai dela sempre. Paciência e modéstia são anteparos que o amor pela humanidade se faz e sequer ser que como o amor mais humano possível sente. Nesta vereda da vida somemos o coração mais hospitaleiro possível. E queremos o amor e o perdão com a nossa doce fala. E você caro leitor e leitora e Teófilo, seja um âmbar de felicidade a todos em sua volta e use a sua maior vitalidade e arma contra todo o pecado existente na terra e se chama fala. Sinta-se aqui agora como se você estivesse em sua mesa de estar jantando ou almoçando ou apenas fazendo um pequeno lanchinho ou se está no trabalho seja bem-vindo a cada palavra falada em letras com doçura de amor com o nosso coração. Paz.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)