Carta sobre a conivência
São Paulo, 17 de março de 2026
Caro e querido Teófilo hoje o assunto querido e falado será a conivência. Entendemos o mais salubre dos homens se sente amado e apaixonado por Deus ao longo de sua vida. E tende que se sentir ardor e calor que somamos e amamos e o coração se cada auferir se der e provier que o coração nosso se equidista de que o corpóreo árduo e fastio se faz promover que o calor pela humanidade se faz e das de um amor conivente que se esmera de uma página de amores e dores. Conhecemos de dentro de nossos arquétipos as características interpessoais nos intercalam que o medo que muitos de nós sentimos é e são várias coisas. Muito tem medo do desemprego ou outros de morrer e entrementes temos de diversos medos coexistentes de nossas almas. Pois o amor pelo mais próximo nos deve intercalar a mente nossa se faz e vãs a que esse amor pode resvalar e nos criar coragem de vencer todo o medo e superar e todo mal. E cada volume de pessoas que não são coniventes com os erros dos outros esses sim estão certos e corretos consigas e com os acertos dos seres diverso e amplexos. Ter e ser que o amor e maior de nossos defeitos é a inveja e egoísmo pois somos seres edificados na dor e desamor que esses sentimentos esses dois são exemplos triviais que o coração bom e amor nos faz ser e crescer como homens donos de nossos narizes e coautores de um mundo mais divino e pleno como humanos. E cada conquista que o coração se der e poder sejamos mais humidificadores o ser mais humanos e se faz sentir e medir como nossas armas mentais a favor de nós e da humanidade. E passamos e de um nórdico amor e passos que mesmo não querendo ter e audácia e não querermos ser metidos e nem escrupulosos mais o amor e coragem como um amor e de pai e mãe somos erradios de um mundo mais humano e social. Conhecemos que esse mundo nosso é tradicional e até muitas vezes anarquista que o coração e mente são subterfujas que o medo de ser felizes e coniventes são nossas propagandas de um coração cada vez mais forte e nobre. E queremos ter a amplidão e de amar cada coração mais que humano se sim super-humanos de que o corpo e mente nossas assim soa como um corpo amado não pelos seus defeitos somente e sim pelas qualidades lindas que este possui. Termos que entender que o mais supérfluo de nossos espaços somos o coração mais íngreme de que esse homem e gente somos nós todos batalhando todos os dias em busca de um lar e trabalho dignos de o corpóreo amar se faz como soçobrar e o mais férreo amor e dor somos o corajoso ser humano se faz e das o nórdico poente e o mesmo ser poente somos nós de efluente. Neste ser e umidificado sermos como humanos apaixonados pelo mais conivente e sensível. E se cada ser humano se convence que pode se vencer na vida e mundo pode se sim. E compenetrado que com suas forças e vindimas somos enraizados de um viver e sobreviver que nem mesmo o grande amor este sim faz-nos ser e o maior dos semblantes de cada uma alegria. Somos nós a humanidade um versejo de notas musicais se entregam de um medo que nos sedenta de um grande amor por Deus. E cabe a você, Teófilo, leitor e até a eu também fazer desse mundo ser mais conivente em nossos atos e falhas, qualidades e defeitos e que o amor é a melhor das terapias conservativas que o corpo e mente pode se sentir que tudo tem uma opção mais são várias as alegrias que o homem se deriva de entender o mundo nosso é de vencer e vencer e mais ainda vencer.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)