Carta sobre a carência
São Paulo, 19 de março de 2026
Caro e bom Teófilo hoje o assunto descrito será a carência. Cada sentimento que auferimos de cada tangente o coração e nossa audácia que o medo de ser feliz nos contagia com o corajoso ser nobre. Pois não podemos brigar com nossos entes queridos e os outros pois isso faz mal a nossa alma e também nossa relação mental com Deus. Precisamos aprender a perdoar a tudo e todos como forma de soslaio e precisão para acabarmos com a carência deste mundo nosso que o amor e o perdão esses sim são nossos subterfúgios rumo ao balaústre do amor e coração. Pois queremos ter e ceder que dentre nossas miseráveis amargas cromatinas de a verdade e sigas somos o coração mais suave e modesto na medida a que nossa carência se faz como um presente mais modesto digno de uma falta de amores de deres de calores situares se a cada um nivelar de que a colisão tem amores e também realização. Podemos ter e ceder que neste momento sólido o amor não é consórcio e também não se vende, como assim que duremos quando cada involucro de nossas forças mentais disserem sim ao amor divino e humano. E perdoemos o coração nosso se faz parecer correto mais na verdade esconde seus artifícios neste condizer que o mundo não é um arquétipo de coração de vozes interiores se que o nosso maior amigo é Jesus e depois desses nossos irmãos de sangue. E cada sentir e nutrir somos nossos espaços sedentos de fé com esperança um soluto amor e convencer que esse mundo nosso da verdade e alegria se somem de cada um volver de corações apaixonados. E quando mais lutamos contra o mal mais estamos sentidos a carência do amor e bem pois essas são nossas alegrias de cada um bem que não tarda e também não falta. Pois cada alvura que o medo de ser e querer e de ser e sentido operantes e seguidos somos o coração mais apaixonado por Deus ainda. E queremos reter muitas vezes esse amor todo vindo e de Deus para nós somente e cede a verdade um dia aparece para aqueles que amam a Jesus e seu reino inteiro de amor. Como passamos inteiros e feitos que nem esse coração apaixonado por Nossa Senhora somos irreflexivos o amor e dor são nossas comportas e portas de um céu que abre sorrisos de amor e fé com esperança de suma caridade. E queremos ter e sem ofender as pessoas que mais amamos fazer o bem a cada homem e também mulher e como desses e físseis esses amores de dados que o amor de um simples colosso se faz conciliar esse amor de Deus por nós é o mundo inteiro. Como capaz de fazer somente o bem a vida inteira esse conselho podemos dar de graça: faça somente o que não for carência e a você pois isso se gera ônus de que os amores de clamor de nossas almas se geram felicidades de acaso. Pois que cada frase interpelamos e interpretamos a nosso bem somos convidados a ceia do Senhor não importa que horário do dia. Pois também se sentirmos o horizonte nosso for sentir e dormir que ao amar de dourar sejamos fortes ao navegar. E se o coração nosso sempre estará carente e com o amor na algibeira de seus ideais. E você caro leitor e leitora e também Teófilo seja esperançado que o nórdico ar dos poentes seja sempre com você e que o seu amor por Deus sempre vá adiante e você supere todas as suas deficiências e carências com muito amor e unção para que sua alma um dia possa ir habitar o céu com todo o amor e suas alegrias viventes. Seja você sempre essa linda pessoa e diretivas.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)