Carta sobre o perdão
São Paulo, 25 de março de 2026
Caro e bom Teófilo hoje o assunto delimitado será o perdão. E queremos muitas vezes ser perdoados e abaixar a guarda mais que o coração nosso se resvala de que cada um amor radiante. Como que por um amor afluente somos repaginados esse mesmo caldar de vozes que silenciamos que o amor de que o coração se faz urgente. Somos seres humanos sempre enaltecido no amor e dor. Pois que cada refulgente amado se calmo que nunca e jamais são palavras pesadas para não se perdoar uma pessoa. E enveredamos a pessoa que mais perdoa é a mais feliz. Pois desvelamos o coração e mais amor somos rejuvenescidos que a maior de nossas áureas se ditas se faz como o corpo e mente adures que o amor e coragem somas de dores que mesmo uma guerra não se inicia por causa do perdão. Nesta alvorada que surgia e forças se situarias e esse mesmo perdão e ainda não vem. Tendemos a volúpia nossa e de um compasso mais fiel se sarjamos de cada afronte como fontes únicas que o medo de ser feliz nos intercala que o amor e mais lindo módulo de corajosos vales e sinuosos seres. Nos faz resvalar a mente humana erra mais o coração nossa salva. Podemos ser aviltados que esse mundo nosso humano se torna salvador que o coração e unção se dedica a cada ser e uni direção. Pois podemos se diretivas que nem mesmo o medo nos tira a vida pois nossa vida é feita de amor e dor. E cada ser humano se faz e das que selamos se dista e quista que o domínio de um perdão se faz e das de cada coração. Como somos dignos de amar uma única mulher ou perdoar quem roubou nosso dinheiro por exemplo. E tendemos a ser prolixos que esse mundo passa e nossas almas se tangenciam com Deus no céu. Pois cada um sabe onde aperta-lhes o cadarço e como o amor e dor esses dois seres se fazem e amor e de que o começo e o fim nos fazem de que cada saber mais divino e honesto de que suar a camisa basta tudo e entrave. Nesta vida silenciosa um nexo global de mentes se faz que das o amor e coragem são o perdão mais original das obras literárias que lemos nos livros. Sentimos que advertir alguém a perdoar o outro são nossas obras de arte essências de felizes ser. Aprender a pedir o perdão não é fácil mais todos nós conseguimos com a fluência e diretiva. Pois cada homem e mulher são feitos a imagem e semelhança de Deus e temos como filhos Dele e graças a Ele a ver que perdoar é um sentido sereno e lindo de amar a si e ao outro também. Todo aquele que perdoa está cada vez mais perto do céu. E sentimos esse semblante que dores que arcamos nossa costa o ardor e coragem somamos que cada ventre se sinergia que a verdade e vida são nossos passos rumo ao céu. Bastante de nosso temor e afeição se dedica que amar e doar são uns dos verbos mais amados por Deus. E que queremos ter a certeza desse mundo que tudo passa e mais o amor divino não. E tendemos o coração e nada e mais são nossos embates e carismas que nossas serenas delicadezas esse mundo nosso se basta e então. Neste redemoinho e de fé e esperança somos nós donos de uma metanoica que seremos vencedores todos os dias se lutamos pela fé e serenidade. E carinho esse e vencedor que o coração e unção nossa somos o corisco o amor e dor se superas; e vamos anelante e diante. E caro leitor e leitora, se você quer saber como é perdoar um outro semelhante comece de um amor e combatendo um bom combate os dois lados seguem bem no final. Seja você o âmbito de sua vitória e seja muito feliz e se acredite em você é um campeão.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)