Carta sobre o sentido
São Paulo, 6 de abril de 2026
Caro e bom Teófilo hoje o assunto será o sentido. Como o silêncio de que as almas se inferem o coração somamos esse interesse social que o medo e sentimos uma retaliação que auferimos esse resgate intersocial que ametistas de corações flagelados se soam e somos todos nós o apogeu de uma futura e soma paz. Passe que dar-se o movimento e sentimos esse tangente ser e mais humano a paciente e dormente dor que o coração se dar e fores ser de um sabor idiossincrático de forças mais que sobre-humanas e sim divinas de alimentar a fé e o amor. Pois o coração nosso se que defende esse além de aquém e dar de um pró amor e a humanidade precisa de mais heróis mais que estes não tenham peitos de protetores de bala pois todos são seres humanos de carne e osso. Paz e vida que o coração e vente somos o continente que serenes de vertentes cada anuviada ser e crer que somos um contingente e fazeres de que sentimento somos esse amor de um sentido mais nobre e leve. Pois é cada ser e homem que luta por um ser e tido sentido mais seleto e pacífico de vida este sim se deve ser chamado de ser humano e criatura de Deus. Desenvolvendo socialmente que cada celeuma e evidenciamos se solares amores de um somo e eido que vivemos e ser podemos ter e a ciência o corpo e mente nossa se equidista de um volume de amores e o sentido nosso de vida nos interliga até o Criador nosso passo constante. Pois passamos cada interveniente ser e querer de um amor mais que divino e firme humano o solstício e sol de que devemos dar e solapar e cada amor e Deus. Somemos a ventura de uns sonos e mais abandonos que a vindima e a loucura de não cometermos as nossas opacidades ser e verter esse mundo lácio e também cristão. E cada volume se nos justifica que o mundo nosso para alguns também é pagão e surgimos e de um alento é a força de um sobreveio e se que o amor e dor se soma e cada amar. E arrependidos desse mundo nosso humano se dedicamos a cada mundo novo o amor e prior que cada ser e dever o coração se faz e das se direciona e mais calado e vasto mundo e cada alente e alegria de que um poeta sereno e vasto e se coliga de que o coração nossos adjacente e se proferes. A cada vento que o amor e dor se somos e o coração e unção se faz de que cada amor nos santifica que o elemento chave dessa nossa áurea de que refletimos o reflexo de um amor maior que mais humano somos uma oração mais que lindo. E cada sentimento e se que o amor e cada se de que cada se dar e que crer e ser o coração nosso se faz e que o horizonte e que servimos a se vencer e se que o maior sentido e que da nossa vida humana somos o involucro que sejamos o maior mundo nosso que o coração se jactância de palavras lindas e retas. Pois não precisamos somente de amor mais também de todos os outros verbos, substantivos e adjetivos que possam nos levar ao paraíso de santas palavras. E esse requerer e de que paras freando ao amor com a dor. Somos o conhecer de que um profundo e dinâmico serenar somamos de Deus o conhecimento e nascimento e ser e que o coração de um apaixonado por Deus e todo o bravo e lindo sentido que norteia a nossa vida mais que humana e divina e ainda sim simples. Pois não nascemos ao pecado e sim a vida terrena humana divina voltada ao bem supremo e ao coração imaculado de Maria. Ser se sois nós o amor e maior somos o irradiado perdão que Deus nos dá todas as vezes que confessamos nossos pecados diante de um sacerdote. Todo aquele que se humilha será exaltado e permanecerá na mesma fé. Sejamos mais dóceis e amados por Deus.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)