Carta sobre o discernimento
São Paulo, 9 de abril de 2026
Caro e beneplácito Teófilo o assunto de hoje será bem realístico e será o discernimento. Cada ser humano se diverge um do outro pelos seus sentimentos e pensamentos sendo elevados ou sublimados de cada uns seres. Pois cada vertente o solene e mais irmane que sois anos e planos que derivamos a cada um de nós seres humanos compassivos e ativos na generalidade humana combater a cada dia nosso um volume de problemas e que sentimentos e enfrentamos todos os dias em nossas vidas. A cada passo e laço somemos o amor e cada silente e o discernimento de que formemos mentes pensantes e corações rasos somos um corajoso passo e raso que o amor e cordial passe se ser que o corpo e mais nórdicos seres que feres de der e somos o compasso mais inaugural de um homem que mesmo indo contra tudo o que pensa e sente e o coração mais relativizado que somemos nossos compassos alados de um sentido se fazes de que o sentimento mais reto e forte somos e é cada uma sorte. Podemos se ter e que o momento fácil esse dores e cerne somos uma fortaleza de uns sequer amados se que o crivo e silvo esse continente o século de uns nautas de um desconhecido plante-a esse que chamamos de povo humano e retinto. Como a retaliação de que o insucesso e o sucesso de um poeta que faz e jacente que o ser corcel de um coração mais límbico e suave somos ósculos de um povo mais fiel. E cada se é mais e cada silente e temamos acender a vela da resposta mais maculada a cafezal de corações que plantam realezas e certezas que o amor sozinho não constrói. Podemos ter a mansidão de que cada ser e aviltar que o corpo e nossas adelgadas verteras que o sentido mais lúdico que se faz como serrilhar vozes ao horizonte de um doce poeta que escreve ao luar sem temer se seus escritos vão ser amados ou não pela plateia e público. Como lamentar esse ver e ceder se que o momento o começo e venço desse mundo mais que humano se sim gentil planeta azul somos como um paul de um sul de metas e sedimentos o alagar de uma enchente aqui na capital se faz em um dia casas e diversas pessoas sem lar por um longo tempo. Bem e ter que o asseverado se momento de que cada calor e que chagados que somos de um compasso de que cada versar somos nós acabando com nossos medos interiores enfrentando o medo com o discernimento da verdade e da fé. E que merecimento e esse o coração e amor somamos nossas e vossas forças redimidas de cada um ser humano como duradouras e ententes serenadas se alegrias que o amor maior e de um homem é sua namorada e esposa e de um padre o seu apostolado e igreja, por exemplo. Pois tendemos a ter um espaço no teto das vozes o coligar de que as mentes nossas se movem de um arcabouço até o outro. E cada vindima que sois e mentes e retaliações que o amor e dor somos a emblema que o solstício de cada uma de nossas forças retintas somes e cada formes um amor maior por seus amigos e os outros também. Pois cada semente que plantamos no discernimento do amar e perdoar na nossa nomenclatura viril e até mesmo feminil somos o coração mais gentil de um simples homem que descobriu seu amor em Deus logo jovem e não se arrependeu jamais disso e vive uma vida em fé e santidade e até hoje. E fica com você caro leitor e leitora discernir para o bem ou mal fazer de sua vida uma imersão pelo coração de Deus e seu mundo de paz e amor. E podemos fazer de nossas vidas uma santa alegria todos os dias ou o contrário disso também. Temos um grande poder o de sempre fazer o bem não importando quando e nem onde e sim como o seu coração se sinta apaixonado por Deus e que a alegria de ser feliz se esmere em ser como Jesus nosso Rei e Senhor.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)