Carta sobre a piedade
São Paulo, 14 de abril de 2026
Caro e benévolo Teófilo no dia de hoje falaremos no assunto a piedade. Como nos envolvemos nos termos sociais de cada um sentido diferentes somos como um mundo intrínseco que não muda seus paradigmas mais muda todos seus sentidos literais perante o povo como sua criatura. Pois temos como semente de um conviver e sobreviver um intenso se conviver que se possa que o medo e de somar e viver somos um mundo caótico que intercala e interpola um sobreviver diário e extraordinário como fontes diárias de uma vitamina mental chamada de amor. Bastante é sintonia somos como fatos de dias e somente aferias que o mesmo medo que temos de morrer a também é igual ao de viver pois somos seres humanos com ou de puro ou não coração. Pois cada semente e nossa se que divergimos esse amor e dor silentes e diríamos o amor e cada semente nossas se faz que como num inchaço de dores mentais se surgem inéditas que esse mesmo viver surge um coração justo e humilde e inédito de crer e ser. Metaforicamente a serenidade e de um homem que tem piedade de seu semelhante este merece sim a salvação e também a vida eterna que Deus nos promete em sua palavra sagrada a Bíblia composta há vários séculos atrás. E comecemos uma vindima o silêncio que usurpamos nossos corpos e mentes fazendo nossa libido acreditar que somos felizes fazendo o incorreto mesmo sendo assim e o amor não se gera dor e calor assim. E tratando se que cada homem que não tem piedade de um seu se semelhante e a semelhar e condizer que nós todos somos sim filhos de Deus Pai e que ao partir desta terra linda chamada de Terra cheguemos ao púlpito do amor divino o céu. Paz e ascendência de nossas almas para que Deus que tem uma piedade infinita possa nos salvar de todo o mal e confusão. E trabalhemos todos os dias que esse mundo nosso possa ser salvo com amor e luta e o medo vire coragem em caso de euforia e tédio. E como somamos que tenhamos piedade de nossos amigos e também inimigos pois não sabemos o dia de amanhã pois a chaga que Cristo levou em seu dorso esquerdo foi para redimir nossas faltas, erros e pecados. E tendendo que o amor e não a dor deve vencer esse mundo somos todos filhos do amor e não do pecado e singelas de cada face e de cada e ferida curada pelo seu santo sangue e água. Disfarçados que somos o coração possa e cada verter que somamos uma vindima de corações retos e completos o Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo é nossa única salvação e fonte de toda a piedade terrestre e divina crer. Basta se ser e que ter o amor e cada fonte e de se nossos silêncios se mais afadigados que o como e cada somos que esse amor e nosso se faz vicejar que uma diástole e sístole certas um coração se faz corrigir até uma disfunção antes incurável a um paciente terminal. Pois se somos todos nós uma semente que é plantada em terra boa sejamos também como o bom semeador que ao final de sua jornada plantou o certo e colheu o prometido também. E casemos o amor com a virtude pois semeamos que esse presente somente o Criador pode nos dar por intercessão de seu filho o bom Jesus Cristo. E como somente e sequencia que corremos e contra a parede dos pecados façamos da piedade um caminho rumo a nossa inteligência e ciência pessoal. E você caro leitor e leitora saiba ter piedade tanto dos seus amigos quanto dos seus inimigos e lhes digo, é muito difícil mais com certeza estarão indo ao caminho do paraíso todo aquele que perseverar e sentir e seguir esses passos de almas. Pois todo aquele que faz à vontade e de Deus esse sim é filho da misericórdia e merece também o céu. A partir de hoje seja o amor que Deus sonhou a vocês meus caros leitores.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)