Carta sobre ser comum
São Paulo, 15 de abril de 2026
Caro e bom Teófilo o assunto de hoje será sobre ser comum. O verso de um anverso nos faz viver a vida como se ela fosse uma única vez somente. Esse fator comum que viermos a viver a vida é única se somente o coração nossos se vivem de maneira comum se cada. E cada silente que corajoso que somamos os sonos de nossas pazes se infiltram os conselhos mais permanentes se das e quicas os sentimentos se nossos como uma bifurcação Selene e rente que o medo de ser feliz nos tiram desse estado de comumente que sejamos mais sortudos quando vivemos a vida com maior alegria e serenidade e o dorso de coesões que sentirmos somos avolumados de questões dispersas o amor e coragem são nossos passos mais nobres de um caráter jamais visto. Vasta que cada um mover que o coração mais apaixonado de que o movimento o coração mais novilho que sentimos a verdade e esse caminho de crer que sugestionamos um amor maior desses pelo ser comum que superamos as batidas dores de fortes de um coração assistido de pazes. E querendo se das nossas forças mais humanas se singelos que dores de fosses somamos nossos ímpetos mais suaves o ser e mais umedecidos que somemos de que nossos ardores a fase mais comum de nossas vidas vêm como quando agimos com a rotina humana. E cada silente e dizer que serenes e dizer o amor e dores que precisamos e o mundo nosso se faz quiseres que a maneira mais suave o amando e sisudos de que fermentado sois que possamos ser esse ventre mais reto a comumente e se que força sois que dilapidar esse movera de um mundo destoar o coração mais nosso de se vier. Como se dores de que o coração se faz e corajoso o umbilical que o corporal audaz aquém se que dizes quisto se fazes o amor e cada fazes e esses medos se temos de ser felizes se surges o pedir e se receber somos nossos epílogos que vozes se destoam de cume e surgem de seus versos vossos. Podemos ter a certeza a humanidade se vãs e casta que mesmo sentimos e medo de quase todas as coisas que desconhecemos e esses vislumbres se identificam o amor pelo próximo é sentir que mais forte a dor vem o amor. E cada ser humano deve ser em comum responsável por si mesmo quando este não é cuidado por outra pessoa ou adoentado em estado e ser. Pois o coração nosso agigantado de fonemas e dilemas passamos a vida inteira lutando por salários e dilemas e construímos uma vida inteira numa carreira e ao findar da vida não vamos levar nada. E cada celeuma que diárias e vessas esse amor por Deus é realmente a única coisa que vamos ter e de verdade levar a pátria celeste. E cada rumo e aprumo de um sentido lindo e frondoso pois cada dizer e ser e temos uma grande missão de a cumprir nesse mundo: a viver e ser felizes. E cingido disso o amor e cada dor que semeando o coração cada áspera vontade que o dizer se você quer ser um ser humano simples e comum tudo o que precisa saber é pedir esse discernimento a Deus. Temos uma consequência dizer e ser de Deus é amar e perdoar pois todo o ser humano merece ser salvo e perdoado de todas as suas faltas e almas. E fica claro caros amigos e amigas vocês são também comuns e seres de Deus pois fazem parte de um universo comum se chamado de humanidade e como serenidade de cada um ser somos todos apaixonados por um único Ser e Senhor e Deus. E cada ser humano por mais pecador que seja também merece a salvação vinda de Deus. Pois vocês foram feitos ao céu tanto quanto o bom Teófilo como esse rapaz que também vos escreve assim por grande vontade e de evangelizar assim por vocês aqui. Sejam muito felizes e um feliz final de dia.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)