Carta sobre a vaidade
São Paulo, 21 de abril de 2026
Caro e querido Teófilo o assunto de hoje será a vaidade. Temos no nosso universo pessoas dedicadas a beleza interior e também exterior pois somos seres dotados cada um a seu par de uma linda beleza existente. Pois na derrocada de cada verticalizada corrente de passos amorosos que descores de um poente o amor e dor são irmãos enclausurados de um cordial coração neutro que inflamam de que cada unção e de uma virgindade serena e seleta e ser. Cada ser e diafragma que muitos de nós temos esses defeitos que mais que também se torna uma qualidade exagerada por uns e querida por outros e se chama de vaidade. Pois a cadencia de seus elos e feridas somos o concomitante elo e flagelo de um mundo quase que dominado por ela. A vaidade que se cognomina beleza exagerada ou terna e crescida nos torna seres cubeis e ainda e de que a mais das aduaneiras vozes de sumários versos dos nossos poetas ela é tratada como fosse uma irmã caçula da bela e terna beleza. Pois de cada simiesco e dentado se quer os beijos da vaidade se cautelam o amor dela pelo mundo termina quando morre a beleza e então assim e desta e por esta toma o lugar da beleza que dantes pura se torna acrisolada e claustra. E a vaidade por menos e mais que se sente e tem a oportunidade e se sentir mais manifestada a origem e de todos os pecados no mundo com Adão e Eva quando por vaidade a serpente fez Eva tomar o fruto proibido e então conhecer o pecado. E sejamos mais reflexos que esse amor pela eternidade que o relento e o coração mais apaixonado pela beleza pura e irresoluta se faz sentir como a destra de que o silêncio não comporta a serenas que de cada ser belas alegrias o mundo nosso se faz de que cada parte. E para paras frear que sentirmos o mundo se tornar a enervada ornar e persistimos a conhecer o belo sem pecar e errar pela vaidade que pode nos levar ao pecado. E como o sinestésico que temos de verter e ser a humanidade humana se restringe e de esse nosso passo mais reto e completo de nossas vidas serenas de vastas. Como seres e humanos demais queremos ter a certeza que esse mundo nosso assim e como o ser e obter que essa qualidade o contrário da vaidade o amor puro somos todos representados de maneira mais concisa e frenesis e de esse amor nosso se instalar e de maneira mais honesta e justa perante tudo e todos. Houvera que se ser também o continente de sermos mais retos e confusos pois sabemos pouco sobre o muito que Deus quer o bem nosso se ser. cada sentimental ser e elegia desse amor sazonal o coração a cada unção somos inveterados se seres de uma sensação mais fértil e cadenciares e esse amor como numa nova época o calor e unívocos que se seres macular nossas vozes antagônicas se chamamos de amor e fé a conjuntura de um apoteótico ser e der como a forma mais linda de amar a Deus Pai Todo Poderoso. Pois a diferença a aquele e tem uma crença e fé aos que não possuem certa fé consiste num arcabouço de metas e coragem sem hibridizar que esse mundo ainda pode se ter um soluto com seu solvente dando uma boa solução. Sendo a revolução dos corações apaixonados por um Deus sem ter vaidade na alma é algo lindo e feliz pois no lugar dela podemos ter felicidade, paz e amor contribuindo esses três na construção de um mundo humano mais lindo e amoroso para nós todos e na conservação da nossa humanidade. E todos nós temos por mais que não desejamos um pouco dela em nós pois somos imperfeitos e isso é inerente a nossa existência e humanidade. E se tivermos a vaidade que seja com modéstia e tenhamos controle sobre ela e tudo o que faz sobre nós. Tenha fé e paciência.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)