Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

Carta sobre a seriedade

São Paulo, 23 de abril de 2026

Caríssimo e bom Teófilo o tema de hoje será a seriedade. Temos de cada saliência e conivência um sentido que nos aproxima da realidade humana. Serenes e prevenires o amor e o corpo são duas condizentes partes do real amar que o entendimento sereno e vosso ser como criaturas humanas somos acondicionáveis seres e crer como também seriedade. Pois essa é uma mesma e como quiasma de um sentimento que compaixão alguma se completa sem o ato de uma maneira mais sentida e concisa e de cada um ato e fato concisos e plenos. E cada depende que forcemos nossas páginas literais de cada alma raspamos o alicerce e rasgamos de nossas vidas os melhores momentos bons de cada seriedade benvinda de cada um sereno e vasto coração seja um amor humano ou divino. Bem é cada semente o destro e conivente se que o amor e cada duradoura face que adentramos se o opúsculo de um silêncio mais avançado o nuance de faces seletas que esse mesmo condimento serene e vasto de que somos formados do pó da terra é para lá que retornamos ao final de nossas vidas. Para cada equidistante e formemos um coerente amor e crer a seriedade de somarmos esse horizonte como o amor infinito e de nossos corações somos chagados de um imenso prazer desse amor chamado humanidade e no redemoinho de seus prazeres nossos passos dicotômicos se realizam de cada uma feria sejam hospedes de um futuro nostálgico se sereno também e aquém. Pois cada faceta deste mundo infinito e enorme somos hibridizados como forma e serena esse verter de cores e formas como num grande desenho geométrico sereno e fonte. Como num compasso amais que disto que ser e recente a seriedade se finge de boa e cordata e se nos mostra um mundo límpido de erros adversos e nos conduz rumo a um mundo novo e bondoso pois queremos permanecer fieis a essa ferida que abre e não fecha com nossos versos mais interiores que realizamos de cada um poente interior nosso. Padecentes desse mundo inverso convexo somos uma derivada redoma serpentina o emergir desse mundo nosso palatino surgimos desse novo querer rumo a um coração o mais longe e destro de todos dos outros. Como serventia aos apagões que recebemos da alma somos repaginados a cada ventre serenados e humilde não por vontade própria mais um amor nutrido e angélico vindo do amor divino. E que essa chaga de seriedade que sentimos ser e de dentro de nós compassados nossos delírios interiores sejamos mais simples e humildes de espírito e contristes o medo por exemplo de morrer não seja impeditivo para que continuemos a viver pois uma coisa temos a certeza serena e certa: nascemos, crescemos e um dia morremos. Pois viver a vida é uma completa loucura e alegria sinergia da no amor de Deus. E o cara lá de cima sempre nos amará e que seu amor inveterado não termina com a partida e se começa com uma despedida e inicia uma nova etapa da vida com o céu. Tendemos de ter a expectativa e confiança e a seriedade nesse caso é divina e perfeita pois o homem foi criado ao amor e a paz e não o oposto a isso. Bem e ou mal estamos sempre sujeitos ao pecado mais lembremos que sempre que erramos podemos retornar ao bom Deus pedindo o seu perdão que é doce como mel e lindo como o mar que não tem fim. E se tudo o que precisamos hoje é ter seriedade de sermos fieis a Ele e mais ninguém e também amarmos três pessoas a partir de agora: Amar a Deus sobre todas as coisas, ao próximo e a si mesmo. E completando o tredo da jornada sejamos livres para a esperança agir de dentro para fora de nós e sejamos um caminho da verdade e da alegria onde o amor e a paz são tão abundantes que o vaso que as contem se derramam de tanta felicidade com sua alvura. Ser de Deus não é brinquedo pois cada ser humano foi feito a um único objetivo: pertencer ao céu.

Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 23/04/2026
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