Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

Carta sobre o ser

São Paulo, 25 de abril de 2026

Caro e bom Teófilo o assunto de hoje se chama o ser. Queremos ter a certeza o amor e a dor nos condôminos o coração como facilita e nossa o ser e mais que humano somos uns cardápios de coragens e serenidade e seleto nina o corpos e mentes são os nossos arquétipos sociais e mentais que caracterizam sedentas pazes e agouros de couraçados passes e doutros de coerentes se é seres humanos pávidos. E cada singeleza que o concorrer de sermos sensatos e exatos o mundo nosso e de uma incerteza se faz discernir de seus acertados poentes se remitidos doces. Passamos um salientar de vozes interiores que nos rebuscam de seres e ser mais que humanos somos as repartidas sereno tidas vezes em que o mundo pode ter nos abandonados mais o coração de Deus não. Sentimentos os corajosos ser e ter que alimentados por um ósculo santo e divino somos apassivados desse amor mais que divino se sim sobre-humanos o coração nossos se dadivas que o medo e sua alvura se canta e suplanta o crescer e se submeter de couraças de um destino somos seres apaixonados pelo vento e destoados de um poeirento sedimento. E de cada irradiada volta de um passado calçador e ceifador somos como que uma correnteza de versos veros similares que adquiridos a longo prazo de futuros somos o enaltecer a chama e flamula e de uma linda chama se faz enxergar e esse mundo nosso sim tem certa e ou várias soluções uma e dispersas. E cativemos esse espaço social que finura os elos mais maciços que a alma já se sobrepuseram o coração a amanteigado por salivadas forças de um poente. E querermos de uns poentes descontente se e crer que a alma e nossa e disfarça que o medo e a dor não competem sozinhos na mesma corrida. Temos que saciar e decidir o mundo nosso não se acaba mais continua numa mesma sinergia de amores se condicionados que o mesmos e mesma energia são litigados de um consumismo de forças mais apaziguantes de um ente sofismo. E ser e morrer são os nossos dilemas de almas que não entram sós no paraíso e ou se condenam e entram ao purgatório. Pois admirados que assomos de que as criaturas são efígies de ser e crer que somos dilapidados e de ser e morrer para um dia nascer e o amor e dor não se sentem anestesiados por seu querer. Pois o nascituro não se termina por seu perder. E cada ser e poder e nos decisiva que esse mundo nosso se vasa e arrasa o medo de nos deixar de ser vivo é algo grave. Podemos se ter o mundo e se deixamos de que o soslaio educado que vertemos de que o salário que deixamos de entender e ser por um mundo melhor somos o panegirico estar e mostrar que podemos melhorar cada dia mais e mais. E saber e ter o ardor o nosso silvar que as maravilhas desse mundo se distem e aquém o amor é a única semelhança que o único ser e Criador que temos de agradecer mais e tudo é Deus. Nesta mesma e se necessidade de que o crescer e ser mais humanos ainda somos o particípio de que o coração nosso se avilta se conhece o corpóreo se que amamos e amemos o silêncio que nos devota a chaga de um defeito o amor que nos aceito. Precisamos o aderente e se servir que não podemos omitir que o ser humano sim é a criatura mais linda criada por Deus e não merece perder a vida por causa do medo e ou do pecado dos outros. Ser é como criatura apaixonada por um Deus de amor e paz somos um povo de querida paz e atenção que o coração e nossa mente se faz que com ação e o manter a mente sã e o corpo e saliente pacífico ser e em paz o ser e mais que ainda filhos e filhas de Deus somos o coração audacioso se faz que como querentes serenes que pertencemos a um mundo humano todo dedicado a um sabor de paz soliloquiados e vindos totalmente do amor divino vindo de um Deus Pai e Santo. Ser e humano é uma linda dadiva.

Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 25/04/2026
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras