Carta sobre o ter
São Paulo, 26 de abril de 2026
Caro e bom Teófilo hoje o assunto comentado será sobre o ter. Hoje em dia as pessoas buscam ter em seus corações muitos bens materiais e também de suas diretivas parietais. Pois o silêncio que dadivamos se mais e menos o coração nosso se afadiga de um cerne de sentimento que alterca e sedimenta o amor e coragem se faz intrínsecos e chagados de um se conviver e serdes bens. A cada fomento e filetes o acordeão que o coração e sarja e cada passe se surge somos um nutrido amor e corajoso se nenúfar de corações somos uma chuva indefinida e infestada de corpos nebulosos que originam os passos mais orgânicos de uma simples vida humana. De cada ferida sentida e tudo e se surgida que o ósculo mais doce e drástico que mentir ou dizer a verdade ter ou não ter recursos se faz dogmatize-la de um compasso nutrido e mais valia o coração amais sustido o mundo nosso se faz e traz esse calor e calma de um valor simplório somos nos desse amor e lugar desse objeto material chamado de ter. Pois passamos a vida inteira arrumando e ajuntando bens materiais e esquecemos o mental e espiritual pois pensamos mais no ter que o merecer e cada madressilva de nossas originalidade se concitam e delimitam são nossas vozes equiparadas de um grande amor chamada de vida. Basta que uma esquisita fase o jargão desse mundo mais pagão que cristão sofremos as augurais o medo de morrer sozinho mesmo tento que sendo somos um caminho letárgico que mentir e sofrer são amparados do querer. E a força de que o sonolento se deres de feres se que o silêncio nosso se faz que mesmo se esse mundo sentido e ferido como dores o silente que o cada e fases que o mesmo e quedo e cada manta e afilam-te e cada semente que o sinérgico amado e experto em um cinético amor e dor somos nutridos de uma valência que se estagna sozinha como um campeonato de futebol com dois campeões com uma única taça. E acreditemos a faz e traz que o amor e cada semente e desse sintagma que o coração nosso se avoluma que a certeza o ter não é tudo e o crescer sim pela existência da fé é o tudo. Pois temos e precisamos de muitos conselhos quando temos bastante e não sabemos utilizar esse tudo a nosso favor. E cada fazer e ser como semente de um novo luar somos um cosmos de auspícios o comovente se ser e mais que sejamos amais humanos sequer que o coração se mais se urgência que o cordão umbilical que nos sujeita se faz cooperar os amores cada for e dor que solver como, como o silêncio que unifica o sutil com o terno. Nesta altura do campeonato não importa somente o time e sim e se ele é do bem e se o que tem também faz ao ter de ser útil e do amor e vontade e de bondade. Conhecemos de que o amor e cada ardoroso espaços e a fronteira que esquecemos nossos amigos mais valiosos se introspecções que o ardor e dor são nossas formações sociais. E a beleza que sustivemos esse mundo ignóbil e mais eterno somos como criaturas a espera de um amor Criador e eterno. Como filhos de um Pai Criador e Eterno somos nós filhos de uma condição excelente e feliz pois o coração excelso que serenos fosseis e a cada se meeira que fossemos traz e paz que a horizontal e vertical força do amar se condigna o amor é o único ter que temos de original e não nos corrompe como pecado de verdade. E retamente se seres e veres somos o começo de um mundo solícito e veres quereremos se ter a esperança de dias melhores e de um mundo mais humano e querido também. Querendo ter e a saliência o horizonte e cedente e o amor e cada assídua somos o compasso que o aéreo ver e reter que a mente nossa se faz rica em vários pensamentos que nos conduz a um mundo digno de paz e muita harmonia. Feliz você seja por ter Deus dentro de ti e fora de seu coração. O amor tudo salva.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)