Carta sobre o ganhar
São Paulo, 27 de abril de 2026
Caro e grande Teófilo o assunto de hoje será o ganhar. Cada ser humano ser faz como poente de seu próprio ser e credita seus passos solícitos e ordinais de acordo com seus passos reais, pois somos um monte de conhecimentos seletivos e a mansidão que abarca o coração se poda de um crer e o amor sempre prevalecer. E necessitamos quase sempre da necessária vontade de sempre ganhar toda e quaisquer batalhas que vivêssemos tarjar pois o limite entre razão e propensão nos adquire entre propensão e solidão de dias cada vez mais límpidos e se também melhores. Como assim como as orquídeas que embelezam com seu amor e saber a nossa natureza o amor pelo ser humano nos faz ganhar cada vez mais um sentimento introspectivo e serenado o volume máximo de um fone de ouvido não pode alcançar de verdade. Pois que o amor e não a dor de ganhar um filho ou até mesmo perder este somos o subterfujo de um refrego sabor e mais ainda impar saber que o medo de morrer é também ganhar a vida eterna. E salientamos o viver segundo as regras divinas nos faz entender que ganhamos muitas coisas com Deus o nosso Pai e Criador e não devemos temer e as outras criaturas e seres como se fossem nossos inimigos e sim amar a cada um desses como lindos e queridos seres de que cada uma efusão de que são sagrados cada um de seus filhos e filhas que semeiam e também colhem todo o bem e também mal praticados dias após dias por vários anos de suas labutadas vidas. Queremos ter a certeza que as lamúrias o horizonte dê cada a certeza esse mundo é totalmente lindo apesar e de suas desleixadas congruências serenas e doces como forças bifurques de um soluto e um solvente universal que unifica cada lágrima local e original de nossas deixas se como a água nossa de cada dia. Mais o silêncio que norteamos e ser aptos nós homens que somos homo sapiens os movimentos nevrálgicos que destoamos de cada uns seres somos como panegíricos amardes de durezas inefáveis que correm e decorrem de dias sem fim como numa natureza onde o dia não tem fim e a noite também e todos saem ganhando com isso. Palavras valem e veem a humanidade ainda tem sono profundo e não determina quem ama e quem declama primeiro seus sonetos favoritos do mundo. E como fosse sinestesia amar e ser amado todos saem ganhando nessa luta diária de chamar de amor próprio e como os nossos destes e vestes o lunar e terráqueo mais vistoso como rocha de que um semblante mais ígneo e pacificam-te e se mister e opõe dê cada ser humano e o amor nosso ficar em segundo e ou terceiro lugar depois do ganhar. Podemos ter a certeza que romper as agruras do medo de errar e até mesmo acertar seres de que o verter e sofrer que sejamos mais nobres esse espaço de dianteira fronte de um coração mais sóbrio e contente com o próprio homem correndo atrás de seu ganha pão e futuro. E como as nossas vozes que esses e erres somos dianteiras o mundo dos homens também quer se parte dos alicerces divinos. Neste tortuoso amor de dores somos cume de somes o horizonte mais lindo da humanidade pode ser tomar um simples café da manhã com a nossa mãe acamada de uma doença grave ou a nossa esposa mãe de seus filhos que amamos muito e desejamos como parceira pelos restos de nossos dias. E a felicidade maior não é ganhar na loteria como pensa a maioria e sim ter pequenos momentos de felicidades diversos como forma de um amor que não acaba de existir e isso se chama de humanidade. E que isso fique de lição a vocês caros leitores, dinheiro não é tudo, ajuda isso sim mais na maior parte das vezes somente paga aquela conta atrasada do mês e mais nada. Pois não nascemos devendo mais morremos livres. E essa seja apenas a barreira única que nos impede de ganhar: a liberdade. E a felicidade que nos mantem felizes e retos vem de Deus e seu coração paterno jamais nos faltará quando rogarmos a Ele de verdade sincera. E cada passo se dá um após o outro, simples assim.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)