Carta sobre o entender
São Paulo, 30 de abril de 2026
Caro e boníssimo Teófilo o assunto comentado hoje será o entender. O poente que selecionamos nosso mundo corpóreo e modesto somos cativados por um mundo modesto e cativado como maneira serenada de entender que essa vida é passageira mais a essência que nos espera é infinita e poderosamente bela. Podemos compreender a natureza humana nos identificando como os animais e as plantas também se fazem assim. Pois esse mundo nosso se equidista de maneiras cautas e ferminas o mundo normativo e se paziguada que o momento mais silente se que movente nos dá o silêncio mais reto e modesto somos nós no trejeito mais sincero e feliz de entender que quase cem por cento desse nosso horizonte é compreensível. A cada página selada de que quais quer que sejam os nossos pesadelos e ou sonhos somos firmados na serenada voz aquém que o cordão um umbilical filho se desgarra tarde demais na fase adulta o sentimento de pertença se faz depoente de que esse lento remordimento nos causa um lento soerguer que as almas dos seres humanos soam como lifos que nubentes corações se intercalam sozinhos nas camadas mais lindas do amor humano de almas e se correm de um aprisco a outros de suas verdades mais infinitesimais de corações aquecidos de dentro a fora como uma colisão de versos e querendo se ser talentos que o amor e maior ser humano sereno e verter somos nós em um luxo de um pouco de serotonina de cercos e becos ciliares que plantamos as vozes mais iriada as que um aparvo e passo se nutrem o amor e entende o que você pensa e se alimenta pode lhe salvar a vida de um sortilégio nerval e social infinitamente. E toda a trovejar os relâmpagos da alma somos o que somente o exagero que sumimos o ser e mais humanos e somos e urgente o sucesso e que o somente e tido somos aprazados que o fogo comburente desse os aprazai repelente somos uma lavareda que o compasso de um amor que não entende que somos um cantado se avolumado se somático o lúrido e o mais lúdico dos homens e seres humanos se regra e soma de seus segredos os mais rápidos dos homens honestos. Surge de que como silente anestesiados a capacidade e de naufragar o entendimento humano supra interior o mais vivo se sente ainda infeliz pois ainda não achou sua alma viva e seus arredores se afagam de que cada uma última cintura se fadigou e acentuou seus dias de verter e o amor de centres se fez de verdade sinta. Pois o coração e esse herói que não corrompe mistérios e se acha de um vislumbre que a corroboras sugestiva face o perdão e a dor são irmãos congênitos somos todos filhos de uma paz que somente vem com o sono noturno como caminho de um silêncio sereno e casto. E cada divisão e colares que revestem as almas de um purgatório sereno e cordial somos o coração mais reto e rival de si por si, e a capacidade de sermos corredores de sortes amadas soam como címbalos serenados do que somos capazes de perdoar quem nos magoou na ciência do entender, que respeitamos desde o acordar até o dormir de uma noite tranquila se sedenta de passos celestiais o corrimão de nossas casas nos conduz a um labirinto de vozes silentes que amam e desamam o tempo inteiro como uma bifurcação sincera e honesta e sem mentir para quem deriva e sem querer para quem deduz. Como consagrados que o amor se salva perdoando numa síntese salgada de um ventre condoído e perfeito, e nossos pais e mães terão muito orgulho de terem posto no mundo um filho honesto e que esse não precisou de subterfúgios para vencer na vida. E cada passo e verdade sejam o alicerce de que esse mundo nosso é o lugar mais lindo do verso e não disperso que o motivo que nos levam as escrituras é o amor a leitura e também ao próximo. E você caro leitor e leitora fica a dica: se quer ser vencedor nessa vida comece pela honestidade e depois pela palavra e tudo será como águas mansas que passam e desabrocham em um lindo viver. Ser e seja como Deus quer: você merece todo o sucesso se for voltado somente ao bem.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)