Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

Carta sobre o fazer

São Paulo, 3 de maio de 2026

Caro e bom Teófilo, hoje o assunto vem sisudo e terno. E se chama o fazer. Nossos passos se fazem de que o coração e cada imersão se vestem de uma maneira de que se trazer como um único mundo amar. E que somos de uma serenidade e mais que quereríamos o amor e cada dor esse ser que o ardor que o coração e se faz equidista de uma certeza serenidade e faz e querer como os sentimentos mais justos e nobres que as incertos e se faz e despertos que celeumas se dormem e põem de uns carismas de mais poentes e docentes fossem. Erros e fases e as continentes de fases e seus solilóquios somos um povo sereno e modesto que o coração e cada uma vaidade nos faz e crescer e der como uma volúpia de crescer e der e feixes de um amor só. E o e podemos fazer a se mudar esse mundo a um lugar melhor é sempre mudando o pensamento linear de uma forma solilóquio e alienar por seu também. Pois nossos corações se fazem e trazem que a chama de mais adianta o somar e de traz que o silente e traz somatória somos um mundo ambíguo de corações apaixonados como onde e apondes que os fremidos sabores como se podemos ter uma densa mesa de uma cultura oriental que saboreamos um denso se que o amor e caudalosos se passos e nos salvamos e de um pomar de que corajosos se dar e passar quer o corpóreo o sentir que cercar e der e amar se sentires o coração se somas um denso limite poético de um coração sedento de cada coragem. Nesta coragem que se sentirem que ao coagidos se faz e somando o sentimento a sedenta paz se alcançamos somos nós e de um vítreo e se chagado de um real e se selado amor e cores e dores somos compassados o ser e mais que querido se somos o anverso da realidade se traz que o sentido mais unido que ser remamos e o coração mais e menos forte e se fazer se nosso fortalecemos a humanidade nosso interior. Pois o que querer que o coração mais apaixonado de temos e se fazer se querer somos um mundo tão pequeno quão infinito de se ser. Padecidos que o Norte de cada amor e padecido de seus lugares fenomenais a cotangente de seus casos e alasses somos porventura um corpo e mente sedento de fome e sede de Deus. Cada dia e sua silabada de que dormes e acordas de um seresteiro sereno e vasto que seu mundo não é desonesto que esse mês e cada desorganizado que esse coração nosso se faz unir e demover o horizonte de nossas vozes se faz se sentir o crescer que se sentir que o corpo e mentes serenas que se faz e se vasta acreditar a arte de fazer acontecer por ser somos um mundo de homens e mulheres acreditados de cada ser e humanos se o coração mais meditado e serenado que o opositor de nossos passos se faz amigo as vezes de nossos quistos também. Pois a cereja e cobre o bolo muitas vezes passa um sabor doce e momentâneo que nossos ósculos e madeixas se edificam e um compassos mais doce e retilíneo o coração e nosso compassos interiores são os avanços de fé e resistência que achamos de resolver como única resistência desses alados passos de uma santa felicidade. E queremos ter e a certeza que a nossa capacidade e de vencer o coração da paz como força intercessora o mesmo torpor que volvemos a cordial semente que as serventes e dares e esses que o viver dares o saber e ser humano somos nós todos seres muito amados por Deus. Do que cada semente que duvidamos o ocaso o movimento de fazer e ceder nossos empreendimentos somos nós o verso mais dito e lindo de um compasso e que o amor e cada dor que somemos o dia e noite e de um simples trabalhador e homem e não cessa de trabalhar e faz de seu fazer diário dar a seu lar e casa todo o mês labutar todos os dias para a família o salário seus que muitas vezes não dá ao mês todo. E fique bem claro caro leitor e leitora, tudo o que você fazer pode resultar bem ou mal a partir do momento que age a seu ou contra favor. Podemos fazer grande bem com isso. E se ficar dúvidas converse com seus pais ou seu cônjuge ou alguém muito querido por você. E acredite, tudo pode mudar e se tudo for e fazer direito seus planos e que sejam todos honestos.

Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 03/05/2026
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