Jesus Cristo

Corações se conquistam com poder

Textos

Carta sobre o desejo

São Paulo, 5 de maio de 2026

Caro e muito bom Teófilo no dia de hoje vamos conversar sobre o desejo. Começamos a vida desde entes e pequenos e nos vislumbramos com o caráter inóspitos da alegria e da verdade. Como somos o opúsculo de nossos corações mais apaixonados e o desejo que começamos a influir de dentro e fora de nossas almas nos faz ser bom ou mau ao longo de nossa maturidade sendo adolescente e por fins adultos. Pois crescermos por imitação e ser conjugados por reação pois o limite do saber se faz coincidido de uma parcimônia de versos de realização. E cada amor e de homem ou mulher pelo seu corpo se faz desejar com a entrada da puberdade o dorso do conhecimento e a real e felicidade e alegria a descoberta do sexo oposto ou outros iguais e o desejo de querer e ter aquela companhia ao seu lado. Pois não nascemos a se ficar sozinhos e quando se chega a idade a se casar nossos filhos e filhas ou até nós próprios nos preparamos a se equivaler aquele lindo e bom momento que é o matrimônio e que a flâmula desse lindo viver quando depois da lua de mel e se queremos desposar ele ou ela o desejo é de a volúpia de um coração enamorado e consecutivo de um sequer mais amado e ainda apaixonado ser por seu cônjuge e que isso dure para quando ainda o outro ainda viver ou como dizem os outros para sempre. Nada obstante somos nós um corpúsculo de corações apaixonados a vida inteira mais que a síntese muitas vezes de um desejo proibido nos faz coibir sobre isso a vida quase inteira quando achamos a tampa de nossa panela. Neste viver que encedremos que ao amor verdadeiro tudo se faz para conquistar e viver somos o involucro e sedento e querer que o perdão e o amor são irmãos gêmeos femininos e não masculinos. Pois cada vereda sincera e coesa e finita somos combalidos que um amor e único se seres somos um povo como a humanidade que ainda desconhece o verdadeiro amor ágape que nos deriva de uma túnica de um lindo vestido tecido de uma seda o âmbar de que o silêncio de nossas pazes nos argumentam. Sois e sabemos e ser que esse mundo é todo feito de desejo e o ósculo que nos beija ao deitar é aquele mesmo ao amanhecer. Tendemos que encerrar e domar esse nosso instinto burlesco e humano que nem tudo é pecado e sim covalência de caráter e seu sentido mais nobre e é amar e perdoar que sentir o afeto da generalidade humana somos nós e a paixão humanizada. Tempo e minutos somos nós quando passamos a contar esse contra nós e não a nosso favor. Pois de termos e uma redoma de pessoas boas que desejam o mesmo que nós no amor, trabalho, estudo, fé e vida pessoais. Pois não crescemos no pecado e quem fala isso não viu Deus nas pessoas mais simples e humildes como o catador de latinhas que passa na sua rua todo o dia naquele horário ou aquela mulher acamada que você cumprimenta todos os dias quando esta está no portão conversando com os outros vizinhos a saber se está tudo bem. O amor é o maior desejo que existe e não é somente o desejo carnal de corpos se amando e é muito mais que isso. Tendemos a ferir o coração de Deus quando colocamos toda a nossa energia vital no sexo para solucionar e cambalear todo o nosso desejo interior. Pois o desejo se faz em diversas categorias e existem formas se de bem usar nos estudos, no trabalho, nas conquistas, no namoro e até na religião como propulsora cotidiana de nossa fé. Perdemos um grande espaço da nossa vida quando colocamos somente o sexo como desejo nosso pois assim somos egoístas demais com nossos parceiros e filhos e até mesmo como Deus. Por exemplo, use seu desejo para limpar a casa que está bagunçada a parte de cima há três meses canalizando essa força linda e transformando um prazer mental em um momentâneo físico onde você vai ter sentido em ver sua casa e ter o desejo de ver limpa. Tudo posso naquele que me fortalece. E não se esqueça se você for rude consigo mesmo Deus não vai te julgar apenas te acolher e salvar. Todos nós leitores somos falhos e quem nos ama não nos julga somente nos ama.

Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)

Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 05/05/2026
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