Cada síntese de que abrimos os corações e mais humanos ainda se chagamos de cada espaço mais que sideral de que as mantas e chagas nossas são os interpassas de uma frívola detrativa o semear de nossas vozes são e soas o medo de ser feliz se diz como prediz o semear e doar e podar são coisas do passado mais humano e primitivo o que os compassos de nossas almas humanas se refrega de uma novidade e maneira se faz e de que latente somos filhos de um coração Criador de infinitas possibilitas formas de amar e perdoar também. E esse número paradisíaco se faz como numa coerente que surge e foge do compasso do amor sereno todos os nossos dias.