Carta sobre o teto
São Paulo, 21 de maio de 2026
Caro e benevolente Teófilo hoje venho lhe escrever sobre o seguinte assunto: o teto. Nós todos seres humanos precisamos de um teto para morar a vida inteira. E que para isso necessitamos de um salário e uma profissão para pagarmos um aluguel ou compramos uma moradia para que assim possamos nós morar nesse lugar seja casa ou apartamento. E tem também as pessoas que por algum motivo ficam sem um teto e suas casas acabam sendo as ruas de nossas cidades. E precisamos defender as pessoas que não tem condições monetárias de como comprar ou pagar um aluguel pois estas também são filhos e filhas de Deus. Pois cada um nasceu com uma missão linda dada por Deus e que temos de cumprir essa missão e que os primeiros passos do homem são trabalho, estudo e moradia por terceiros e cada gerir de um bom homem e mulher é ajudar o seu próximo da maneira e forma mais correta e uniforme. E cada realidade é diferente de cidade a uma outra pois na cidade de São Paulo temos mais de cem mil moradores em situação de rua. E quando são e cada então que muitos querem apenas um trabalho digno e um cantinho que esse ou essa possa chamar de seu. Pois o coração da maior parte da população é bom e quando julgamos um livro pela capa deixamos de conhecer excelentes pessoas nas ruas que poderiam ser professores e até mesmo engenheiros desempregados que estão assim por falta de oportunidade de emprego melhores. E que cada dia tornamos as ruas do centro e encontramos muitos desses moradores sofrendo frio e fome e sede e até diversas doenças que podem ferir. Como somos nós temos em nossa mente um pouco de afeto e também misericórdia para com próximo pois isso é inerente a nós pois está dentro de nossas almas mesmo que a pessoa não seja tanto boa algo de bom há nele ou nela pelo menos. Temos de ceder muitas vezes a não pecar pois o homem erra e certas vezes mente para sobreviver. E quando consegue seu teto e torna a sua zona de conforto se torna validada e que cada vislumbre dele ou dela se diz precisam-te de novas conquistas. E quando um dia todos conseguirem seus tetos e ninguém mais precisar de uma rua como relento seremos mais felizes pois saberemos que aquele morador e de rua que conhecíamos há vários anos agora tem seu lar e conseguiu dar uma moradia digna a sua mulher e seus descendentes que todos vivam ao relento do vento e luz. Talvez e se Deus quiser um dia seremos uma humanidade reta e justa com pessoas ganhando salários justos, como todos os filhos dos colaboradores estudando nos mesmos colégios que dos seus patrões. E as casas de todos terem os mesmos padrões de construções. E todos se servirem dos serviços públicos de alta generosidade e confiabilidade onde a espera é de apenas alguns minutos a quaisquer que forem seus pacientes. As classes são iguais mais vivemos em uma democracia. E os ricos vivem em harmonia com os menos favorecidos. Todos estudam em bons colégios públicos e com altas notas todos seus alunos e tantos os ricos quanto os alunos mais abastados se sentem felizes por terem professores super capacitados com turmas reduzidas ensinando assim com terna capacidade superexcitada. E que os carros são todos híbridos e quase todos usam ônibus e principalmente os metrôs que deixam em mais de noventa e cinco por cento dos lugares da cidade. Nesta cidade as plantas tomam conta de três quartos da cidadela. Tudo é biodegradável e se sugestiona conservar o que não pode se reciclar. Tem uma usina de fotovoltaicas solares e algumas eólicas e que os ônibus se movem por solares e elétricas na ausência de sol. E que o deficiente tem autoajuda persistente e verídica e que cada semáforo é inteligente e faz sons e vídeos para os surdos mudos. Pois cada um tem seus tetos e não há morador nenhum de rua lá, e nem mesmo importado. Pois entoa que o amor nos moradores tem também shows de bandas de rock e pagode que influência a natureza e tem cinco salas de cinema que incentivam os filmes nacionais e seus coadjuvantes. Assim é o coração da cidade perfeita onde não existe mais pessoas sem teto e que o amor e a paz realizam seus efeitos causadores de uma harmonia sem fins. E fica desperto que esse mundo não é somente Utopia como defendia Thomas Morus mais o coração apaixonado de Deus pelo mundo humano e humano demais. Sejamos nós aqui em São Paulo ou em quaisquer outras metrópoles do mundo um exemplo para que para tudo isso acabar com a falta de moradias precisamos conversar com aquele que entende disso o prefeito e que este proporá uma sugestão e se todos acordar sejamos fluentes e cedentes que o começo é dar uma casa e o último uma população salva. Assim brasileiros seres pátria amada mãe gentil doce amor e coração anil.
Anderson C. D. de Oliveira (Gumer Navarro)