Querer e se der que o coração e cada unção se dermos e cedermos que a corrente de corpos e suas magentas organelas se aziagas e crases como um mundo interposto de cromadas horas de um alimento sereno e humilde muitas vezes e a corrente de corações amanteigados nos fogem à vista de crer e ser que somos o compasso e contrapasso que o amor e dor são nossos interiores maiores opositores nessa vida. Podemos ser e ter que o medo e a alvura de ser loucura desse mundo nosso um crivo social. De que repente sermos mais radicais que o modelo mais corrente o dedo e esse enfrascado na fronte do outro se dedica a um pensamento mais robusto e encantando como numa rotunda voz e cada vesga sentimental serenada ser e querer que o coração nosso se faz como uma corrida maluca que não tem vencedores pois todos se tornam desde o começo de suas partidas interiores. Somos um eco de vozes de o interior dos corações já nascidos.