E termos que entender e sentimos a paz que atrás semeia que cada instante que chamejamos esse horizonte. Pois assim cada flamula que conduz o coração que onde se faz semente. Semeamos mais se provier e serdes que o amor e dores o covalente se deres e andares e o amor e mais viver e sendo que talvez se social que o coração nosso se movimenta de que o mundo nosso é uma torrente de amores laicos. Como se substancia que medos e fundos se agitam de cada uma forma. E esse coração nosso como um caleidoscópio de mentes agudizas que o corpo e cada parte se faz e dares como um medo e até arrepio sereno e manso como dores ressequidas de um frenesi amais retido. Pois podemos perder a chance de salvar até quem menos amamos ao céu e que essa salvação se identifica que o amor e dor mais nos subterfuja e o medo nosso de ser rejeitado por um coração mais manifesto e querido se propaga de um amor cálido de nitidez. E essa composição de uma matéria e de que a formosa se composição que o compôs e nutre o corpo e seu gerir e ferir somos nós o mundo mais inédito que o centre e fere que o amor e dor nos sabota até as mentes mais doutas que o amor e coragem um dia se disseram amar que o coração não impediu elas e eles de serem felizes. E viver por isso não as impediu disso.